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maio 26, 2015

Revista “Fé para hoje”


Nº:40 Ano: 2013
Resumo:
Artigos:
Editorial - Tiago Santos
1. Aurelius Augustinus, Bispo de Hipona - Tom J. Nettles
2. A vida e o ministério de Agostinho de Hipona - Alderi S. Matos
3. Agostinho: Uma Vida de Graça e Palavras - Michael A. G. Haykin
4. Agostinho e a Santíssima Trindade - Franklin Ferreira
5. “A peregrina cidade de Jerusalém”. Jerônimo, Agostinho e o Império. - Gilson Santos
6. Tempo, História e Escatologia - Hermisten Maia Pereira da Costa

Revista “Fé para hoje”


Nº:39 Ano: 2013
Resumo:
Artigos:
Editorial - Tiago Santos
1. A Majestade de Deus na Criação e a Ecologia (Sl 8.1-9) Hermisten Maia Pereira da Costa
2. Deus, o Criador - Stephen L. Wellum
3. A Importância Teológica da Historicidade de Adão - Bruce A. Ware
4. O Homem e o Pecado - John Piper
5. A Justificação Ainda É Importante? - Michael S. Horton
6. Vivendo “Já” com Vistas ao “Ainda Não” - Heber Carlos de Campos Júnior
7. Milênio – Breves Considerações Hermenêuticas - Gilson Santos


maio 23, 2015

Revista “Fé para hoje”

Nº:38 Ano: 2012
Resumo:
Nesta edição da revista oferecemos ao querido leitor alguns artigos que lidam com alguns dos alicerces de nossa fé. Trabalhamos aqui temas fundamentais, como doutrinas essenciais, igreja, missões. Naturalmente, há muitos assuntos importantes que não trouxemos nesta edição, mas cremos que estes haverão de ajudar-nos a chegar na rocha, onde nosso alicerce deve estar fundamentado.

Artigos:

Editorial - Tiago J. Santos Filho

Uma nota sobre o primeiro artigo do Credo dos Apóstolos - Jonas Madureira

Um Evangelho que Devemos Conhecer e Tornar Conhecido - Paul Washer

Como Jonathan Edwards chegou a amar a Soberania de Deus - Joel Beeke

A morte de uma igreja - Hernandes Dias Lopes

Deus, você e a igreja - Sillas Campos

Pensamentos de Jonathan Edwards sobre Deus - Don Kistler

A glória de Deus no chamado para pregar às nações - Franklin Ferreira

Quão firme fundamento! - Steven Lawson

Missões e Sofrimento - Zane Pratt

O fundamento da Igreja e a fé - Mauro Meister


Revista “Fé para hoje”

Nº:37 Ano: 2012
Resumo:
Preparamos esta edição querendo oferecer ao leitor um pequeno vislumbre da história, vida, escritos e ministério do notável Jonathan Edwards. Os artigos aqui são demonstrativos e representam alguns aspectos importantes da trajetória de Edwards. Queremos incentivar o leitor a aprofundar sua pesquisa sobre este personagem e sua vasta produção teológica e a construir, a partir do legado deixado por Edwards, um entendimento sólido, maduro e atual da teologia, que aponte para o povo de Deus de nossos dias o mesmo bom, velho e batido caminho da cruz de Cristo.


Artigos:

Editorial - Tiago J. Santos Filho

Pastorado, Erudição e Avivamento em Jonathan Edwards - Franklin Ferreira

Avivamento: As perspectivas de Jonathan Edwards e Charles Finney - Gilson Santos

Como Jonathan Edwards chegou a amar a Soberania de Deus - Joel Beeke

A Devoção de Jonathan Edwards - Wilson Porte

O Desconhecido Jonathan Edwards - Solano Portela

Pensamentos de Jonathan Edwards sobre Deus - Don Kistler

O ambiente teológico arminiano nos dias de Edwards - Heber Carlos Campos 

Epílogo: À Jonathan Edwards

maio 17, 2015

Remindo o tempo

"Vede, pois, com diligência como andeis, não como néscios mas como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Portanto, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor" (Efésios 5:15-17).

Queria enfatizar o versículo 16 desta passagem: "...remindo o tempo, porque os dias são maus" ou "aproveitando bem o tempo". A versão em português traduz "remindo o tempo", ganhar o tempo, aproveitando ao máximo o tempo, porque os dias são maus. Estamos vivendo dias muito difíceis. E se ainda não os estamos vivendo, irão chegar esses dias difíceis; e precisamos olhar para o Senhor, para nos animar e para nos fortalecer. Vivemos dias muito trabalhosos, e toda sorte de coisas tem acontecido para roubar o nosso tempo. Todos nós temos vinte e quatro horas por dia, mas parece que há tantas coisas para fazer, que não temos tempo para o Senhor. Algo está errado conosco. Quando pensamos neste assunto de remir o tempo, há alguns pontos a considerar, gostaria de compartilhar dois pontos importantes.
As prioridades da nossa vida
Quando pensamos em como usar o nosso tempo ou como usá-lo melhor para o Senhor, uma primeira coisa que precisamos ver é quais são as prioridades do nosso coração, quais são as coisas mais importantes. E poderíamos nos perguntar: Será que o Senhor tem algum critério para nos dizer qual é a coisa mais importante? Ainda que sejamos família celestial, povo celestial, nós estamos vivendo na terra. Não somos deste mundo, mas vivemos aqui. E precisamos olhar para o Senhor e perguntar a ele qual é a prioridade que ele tem para a nossa vida. Eu creio que quando o Senhor, pelo Espírito Santo levou Paulo a escrever Efésios, o Senhor o conduziu a colocar as coisas em uma ordem de prioridade para nós. E a primeira coisa nessa prioridade é a nossa vida com Deus. Se continuarmos lendo os versículos seguintes aos que já lemos, veremos que há uma seqüência, uma ordem. A primeira delas está no versículo 18:"Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução; mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, com hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando ao Senhor em vossos corações; dando sempre graças por tudo a Deus e Pai, no nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Submetei-vos uns aos outros no temor de Deus" (v. 18-21).
Quando nós pensamos em prioridades, no que gastar o nosso tempo, então precisamos ver qual é o primeiro lugar que Deus coloca para nós. Eu entendo que aqui a primeira coisa que o Senhor põe é a nossa vida diretamente com ele. A prioridade número um para nós é a nossa vida com o Senhor. Mas Paulo continua escrevendo. A segunda coisa da qual fala é a relação entre marido e mulher. (Ef. 5: 22-33). Esta é uma segunda prioridade para nós, para aqueles que estão casados. E o terceiro que Paulo fala é sobre os filhos, a família. (Ef. 6:1-4). A quarta prioridade na seqüência é com respeito ao nosso trabalho, a respeito dos servos e os patrões. (Ef. 6:5-9). E por último, ele fala do nosso ministério, da nossa guerra espiritual, do nosso serviço aos santos, da nossa vida de oração. (Ef. 6:10-20).
Então, se hoje desejamos ordenar o nosso tempo segundo a vontade de Deus, é importante que vejamos estas prioridades. Por isso o Senhor está dizendo que devemos viver prudentemente, como sábios, e não como néscios. Precisamos procurar conhecer a vontade do Senhor. Qual é a vontade do Senhor para nós? Há muitos anos atrás, quando comecei a seguir ao Senhor, eu não tinha clareza a respeito destas prioridades. Então, por algum tempo, as prioridades da minha vida estavam invertidas, e sempre há um prejuízo quando isso acontece. Neste assunto de remir o nosso tempo, necessitamos em primeiro lugar ver as prioridades do Senhor. Muitas vezes temos percebido no meio do povo de Deus muitos prejuízos, muitos desastres, muitas pessoas feridas, porque essas prioridades estão invertidas.
É muito natural que em primeiro lugar nós tenhamos o Senhor. Isto está claro na Palavra. Precisamos buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas as demais coisas nos serão acrescentadas. Mas muito freqüentemente invertemos essa ordem, procuramos as outras coisas e não procuramos o reino de Deus; e ficamos sem o reino de Deus e também sem as outras coisas. É um grande prejuízo quando não percebemos as prioridades de acordo com a vontade do Senhor. Às vezes, temos muitas desculpas para não fazer a Sua vontade. Como o Senhor Jesus falou com os escribas e fariseus, ele estava chamando a sua atenção porque eles diziam que se fosse oferecido alguma coisa ao Senhor e descuidassem dos seus pais, isso estaria bem. E o Senhor lhes disse: "Não, vocês estão invalidando a Palavra de Deus". Muitas vezes dizemos que queremos servir ao Senhor, e deixamos de lado os nossos pais ou a nossa família, e isto é uma inversão das prioridades de Deus. Às vezes, nós que somos casados, queremos servir ao Senhor, e colocamos a obra em primeiro lugar. Mas Deus nos diz que devemos ser fiéis no pouco, e ele nos porá sobre o muito. Muitas vezes ser fiéis no pouco significa dar atenção às nossas famílias, às nossas esposas. Isto é muito importante.
Conheço alguns servos do Senhor, que depois de muitos anos de trabalhar na obra de Deus tem nos dito que se começassem novamente, não fariam como fizeram, porque eles tinham a ordem invertida, deixaram a sua família em um grande prejuízo por causa da obra de Deus. Não me entendam mal; não estou querendo dizer que não temos que estar na obra do Senhor. Mas é necessário ter um equilíbrio. Para que sejamos edificados, para que haja harmonia em nossas vidas, para que o nosso tempo seja bem investido, precisamos ter essa ordem de Deus muito claro em nossos corações. Às vezes, temos colocado o nosso trabalho em primeiro lugar. E dizemos: 'Eu preciso trabalhar para sustentar a minha família', e então trabalhamos muito. Muitas vezes isso é um engano de Satanás. Lembrem do povo de Deus no Egito. Uma das estratégias de Satanás, a estratégia de faraó, foi pôr mais trabalho sobre o povo. Faraó disse: 'Vocês estão com muito tempo ocioso, por isso vocês querem oferecer sacrifícios ao Senhor. Então, eu vou tirar-lhes a palha, e terão que produzir mais tijolos'. Esse é um sistema que impera hoje também. Tiram a palha e temos que produzir mais. Precisamos colocar as coisas em ordem. As prioridades de Deus devem estar em seu lugar; e também temos que fazer todas as coisas de acordo com a Sua vontade. Por isso, esta palavra de Paulo é muito importante.
Devemos viver, não como néscios, mas como sábios; devemos procurar a vontade de Deus. Então o Senhor nos mostra qual é a sua vontade, como vamos ter uma vida equilibrada, para remir o nosso tempo. Esse é o primeiro ponto. É muito importante. Que o Senhor nos abençoe e nos dê clareza a respeito das suas prioridades; que não invertamos essas prioridades, e que também não enfatizemos mais umas em detrimento de outras. Quando temos as prioridades em sua ordem correta, a nossa vida com Deus, a nossa busca do Senhor, ele irá nos dar sabedoria para ter as outras prioridades em ordem. Que o Senhor nos abençoe nisto.
Contando os nossos dias diante do Senhor
O segundo ponto importante quando nós pensamos em remir o nosso tempo, em ganhar o nosso tempo, é quando sabemos contar bem os nossos dias diante de Deus. Quando Moisés estava no final de sua vida, ele fez uma oração muito importante: "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal modo que alcancemos corações sábios" (Sal. 90:12). Essa é uma oração importante para nós. Moisés era alguém que tinha muita intimidade com o Senhor. A Escritura diz que o Senhor falava com Moisés como um amigo, face a face. Mesmo assim, Moisés estava pedindo sabedoria. Se Moisés pediu, quanto mais nós precisamos pedir sabedoria para contar os nossos dias?
A Palavra de Deus, principalmente no Antigo Testamento, tem muitos exemplos de Deus contando os dias do povo de Israel, e também há exemplos de dias e anos perdidos, quando Deus não contou o tempo de Israel. Pode ser que muitas vezes, os nossos dias, os nossos anos, não estejam sendo contados pelo Senhor. Às vezes nós passamos muitos anos caminhando com o Senhor. Alguns de nós nascemos de novo faz vinte, trinta ou cinquenta anos. Mas isso não significa que todos esses anos foram contados diante do Senhor. Às vezes, os nossos dias, nossos anos, têm sido consumidos por coisas que não agradam ao Senhor e não foram vividos na presença do Senhor, não foram vividos na ordem que Deus pôs. Necessitamos nos voltar para o Senhor, e fazer esta oração que Moisés fez: "Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias, e nos dê um coração sábio para contar estes dias".


Que o Senhor nos abençoe. Amém.  

Creditos: Billy Pinheiro


abril 25, 2015

Revista “Fé para hoje”

                         Nº:36 Ano: 2012
Resumo:
Artigos:


A Necessidade de Igrejas Saudáveis - Franklin Ferreira



Pregue para os Ignorantes, os Duvidosos e os Pecadores - Mark Dever



O que Você Sabe Sobre Teologia? - Mauricio Andrade



“Muito prazer, evangelho” - Heber Carlos de Campos Júnior



Um Entendimento Bíblico da Conversão - J. Ligon Duncan III



Indo, Pregai o Evangelho - Tiago J. Santos Filho



Membros Saudáveis, Igreja Unida - Leonardo Sahium



Cartilha de Disciplina Eclesiástica - Jonathan Leeman



Interesse pelo Discipulado e Crescimento - Sillas Larghi Campos



O Aperfeiçoamento dos Santos - Gilson Santos


Não só montes, também vales

A vida cristã é feita não só dos montes, mas também de vales. Em Mateus capítulos 16 e 17 encontramos a ilustração desta importante verdade personificados em Pedro, o primeiro discípulo. Esta passagem apresenta alternadamente dois montes e dois vales na vida de Pedro.
O primeiro monte e o primeiro vale estão no capítulo 16. A maravilhosa resposta de Pedro em relação ao messianismo de Jesus é o monte, um verdadeiro acerto devido à inspiração divina; mas a torpe proposição que faz ao Senhor em seguida de não ir à cruz, é o vale, pois não consegue interpretar a vontade de Deus. Aqui Pedro é repreendido severamente pelo Senhor. Pedro nas alturas, e Pedro no mais baixo, junto mesmo a Satanás.
A outra dualidade monte-vale está no capítulo 17: a glória da transfiguração do Senhor diante de Pedro, João e Tiago é o monte, e a nova estupidez de Pedro ao querer levantar três tendas, é o vale. Esta vez é Deus quem intervém para interromper a sua loucura. Nesta ocasião o vale se faz mais patente –e literal– quando os discípulos mostram a sua impotência para curar o moço lunático.
Os discípulos precisavam aprender estas experiências (e nós também) algumas coisas de muito valor:
- Que o Senhor Jesus é o centro e a razão de ser de toda experiência espiritual no monte. Ali ele é revelado em toda a sua magnífica glória. O Pai não deixará que nossa atenção se aparte dele.
- Que na vida cristã não há só montes, mas também vales. E normalmente eles estão alternados, e são dados, uns para o nosso gozo e confirmação, e os outros para quebrantar a nossa presunção.
- Que necessitamos do Senhor tanto no monte das revelações como no vale da aflição. A experiência do monte poderia nos fazer crer que somos algo, por isso necessitamos dos vales. Que bom que o nosso Deus é o Deus dos montes e dos vales! (1 Reis 20:28). Ele nos pastoreia também no vale da sombra da morte (Sal. 23:4).
- Que Deus não espera só a nossa contemplação, mas também o nosso serviço. Logo depois de receber um vislumbre de sua magnífica glória, Deus deseja que encarnemos essa gloria diante dos homens, para testemunho e salvação deles.
- As maravilhosas experiências vividas no monte requerem as experiências dos vales para moldar-nos; do contrário, serão um falso misticismo.
- As experiências vividas no monte nos alentam quando depois vivemos os vales.
- As experiências dos vales serão somente fracassos e dores sem sentido, a menos que tenhamos tido antes uma revelação espiritual no monte.
- As experiências no monte nem sempre são entendidas no momento: às vezes se entendem logo depois quando passamos pelo vale.

Fonte: http://www.aguasvivas.ws


abril 13, 2015

A Armadilha da Pornografia



Um dos vícios mais debilitantes na era atual é o da pornografia através de revistas, filmes e da internet. Ralph e Mark nos deram uma arma para combatermos esta enorme crise social. Talvez ele seja um membro do conselho ou um diácono. Talvez seja o regente do coral. Talvez esteja ensinando na Escola Dominical ou passando a salva da oferta. Pastor. talvez seja você. Como você está lidando com a epidemia de pecado sexual que está varrendo as igrejas hoje em dia pela internet e por outros meios?


janeiro 26, 2015

As Eras Mais Primitivas da Terra - Tomo 2

No livro, As Eras Mais Primitivas da Terra Tomo 2, o irmão, George Hawkins Pember (1837-1910), aborda de forma aprofundada as raízes do movimento espiritualista atual, e, como esse movimento tem sido introduzido no cristianismo, com o objetivo satânico de gerar a religião universal que abrirá o caminho para o surgimento do anticristo.

Para os cristãos que ainda têm dúvidas a respeito dos ensinamentos de demônios: abster-se de carnes (ser vegetariano) ou proibição do casamento (castidade) esse livro trará a luz do ensinamento bíblico em oposição aos ensinamentos do inimigo. Além disso, de forma clara, Pember demonstra como as manifestações espirituais, comuns aos budistas, ocultistas, tahoístas e teosofistas atuais estão relacionadas com o plano satânico de enganar e seduzir o povo de Deus, a fim de acreditar nos seus feitos e facilitar a recepção dos ensinamentos manifestos do anticristo que dará origem a religião universal dos últimos dias profetizada na bíblia.

Nós, soldados de Cristo, precisamos estar "plenamente equipados" 2 Timóteo 3:17, para enfrentarmos e vencermos o inimigo. Esse livro abriu o meu entendimento com respeito a relação entre os ensinamentos dos nefilins e a filosofia atual e também me fez perceber como os dias atuais se assemelham em muitos aspectos ao tempo anterior ao dilúvio. O nosso Senhor Jesus Cristo está muito próximo de voltar, precisamos vigiar para não cairmos em tentação, e sermos edificados como "habitação de Deus" Efésios 2:22, sendo virgens prudentes, que armazenam o óleo do Espírito "nas lâmpadas e nas vasilhas" Mateus 25:4.

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Parte 1


Parte 2

janeiro 19, 2015

Salvos Desde a Eternidade VOL.1

Antes do nosso nascimento, antes mesmo da criação do mundo, os que pertencem a Cristo foram destinados a uma herança eterna.
O Dr. Lloyd-Jones expõe os versículos iniciais da oração sacerdotal registrada no capítulo 17 do Evangelho de João para colocar diante de nós a profundidade e a majestade do plano divino de salvação.
MARTYN LLOYD-JONES foi, durante trinta anos, Ministro da Capela de Westminster, em Londres. Seu ministério de pregação tem influenciado cristãos de todas as partes do mundo e de muitas denominações. Salvos desde a Eternidade é o primeiro de uma série de quatro volumes baseados em João, capítulo 17. 





janeiro 17, 2015

A Perda da Liberdade


Ao examinar os evangelhos, especialmente o de João, nos chama a atenção algo assombroso em relação a nosso Senhor Jesus Cristo: a sua falta de liberdade. Sendo ele o ser mais livre que pisou na terra, em certo aspecto ele não tinha liberdade, sendo que fazia e dizia só o que o Pai lhe dizia, e nos tempos em que o Pai lhe tinha determinado.
Quando se cumpriu o tempo acordado no eterno conselho divino, Deus enviou o Filho. Tal como diz na Escritura: "Quando veio o cumprimento do tempo, Deus enviou a seu Filho" (Gál. 4:4). Em seguida, ao ser introduzido no mundo, o Filho disse: "Eis aqui venho, Oh Deus, para fazer a tua vontade" (Heb. 10:7). Tudo está claro e em ordem: Deus envia, e o Filho vem. Desde então, tudo na vida do Senhor Jesus é feito em total obediência ao Pai. Ele disse: "Nada faço por mim mesmo, mas sim conforme me ensinou o Pai, assim falo" (João 8:28). "As palavras que eu vos falo, não as falo por mim mesmo, mas sim o Pai que mora em mim, ele faz as obras" (João 14:10).
Isto nos leva a um extremo surpreendente, porque presumimos conhecer o nosso caminho e os nossos tempos, de saber o que dizer e quando. Procuramos oportunidades e as aproveitamos uma vez que se apresentam. Organizamos o nosso tempo, planejamos o nosso futuro com muita antecipação. E nos incomodamos quando algo interfere no que estamos fazendo.
Ao contrário, o Senhor se mostra a si mesmo quase como desamparado, como não tendo vontade própria, como não sabendo o que fazer. Parece-nos que ele teve muitas oportunidades, mas que nem sempre as aproveitou. A seus irmãos que o convidavam para ir a Jerusalém disse: "O meu tempo ainda não é chegado, mas o vosso tempo sempre está presente" (João 7:6). À sua mãe, em outra ocasião disse: "Ainda não é chegado a minha hora" (João 2:4). Ao contrário, em outra oportunidade, quando uns gregos lhe buscavam, disse: "É chegado a hora de ser glorificado o Filho do Homem" (João 12:23). Era o tempo de ir para a cruz.
Parece-nos que, uma vez salvos, devemos aproveitar cada minuto fazendo e dizendo coisas; entretanto, tudo o que façamos sem uma estreita dependência de Deus será vão e sem proveito. O Senhor viveu trinta e três anos e meio, mas só nos últimos três ano e meio teve um ministério público. E desse tempo, provavelmente foi muito menos o que esteve com as pessoas. Entretanto, quão bem aproveitado foi, e quão frutífero.
Quanto necessitamos perder a nossa liberdade, para entrar em uma dimensão nova de absoluta dependência de Deus. Para que em nossa breve e desaproveitada vida façamos ao menos algumas coisas boas.

Fonte: http://www.aguasvivas.ws/portugues/553.htm

setembro 01, 2014

Filme - Deus Não Está Morto

Sinopse:
Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista – até se afastar das pessoas mais importantes para eles.


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julho 08, 2014

O vaso de alabastro

Um exemplo de como Deus o Pai valoriza os propósitos e as realizações do homem
só na medida em que eles estão conectados com o Filho do seu amor
.
C. H. Makintosh

«E estando Jesus em Betânia, na casa de Simão o leproso, veio a ele uma mulher, com um vaso de alabastro de perfume de grande preço, e o derramou sobre a cabeça dele, estando sentado à mesa» (Mat 26:6-7).

Neste tempo de tantos afazeres e incessante atividade, é muito necessário considerar que Deus vê tudo de um único ponto de vista, mede tudo por apenas uma regra, prova tudo por uma mesma pedra de toque, e essa pedra de toque, essa regra, esse ponto de vista, é Cristo. Ele valoriza as coisas só na medida em que estão conectadas com o Filho do seu amor, e nada mais. O que se faz a Cristo, o que se faz por ele, é precioso para Deus. Todo o resto carece de valor.
Agradando aos homens
Pode-se realizar uma grande quantidade de trabalho e obter desta forma muitos elogios dos homens; mas quando Deus vem examinar essa obra, ele procurará apenas uma coisa, e esta é a medida que ela está conectada com Cristo. A grande pergunta será: foi feita no nome de Jesus e para ele? Se for assim, aquela obra receberá aprovação e recompensa; se não, será rejeitada e queimada.
Não importa o mínimo que os homens pensem sobre qualquer obra em particular. Podem elevar a alguém até os céus por algo que esteja fazendo; podem publicar seu nome na imprensa diária; podem fazê-lo o tema de uma conversa em seu círculo de salão; ele pode ter fama como pregador, professor, escritor, reformador moral; mas, se não puder conectar a sua obra com o nome de Jesus, se não o tiver feito para o Senhor e para a Sua glória, se não for o fruto do amor de Cristo que constrange, tudo aquilo será como a palha do cereal do verão que se foi, e perdido no esquecimento eterno.
Um caminho mais excelente
Pelo contrário, um homem pode seguir um caminho de serviço tranquilo, humilde, modesto, desconhecido e inadvertido. O seu nome pode ficar no anonimato, a sua obra pode ser ignorada; mas aquilo que tem feito, tem-no feito no singelo amor a Cristo, tem-no feito escondido, com os olhos postos em seu Mestre. O sorriso do seu Senhor foi mais que suficiente para ele. Ele não pensou em nenhum momento procurar a aprovação dos homens, nem tentou captar o sorriso ou evitar a sisudez deles; mas seguiu o mesmo teor do seu caminho, simplesmente olhando para Cristo e trabalhando para ele. A sua obra permanecerá. Será lembrado e recompensado, embora ele não o tenha feito pelo reconhecimento ou a recompensa, mas pelo sincero  amor a Jesus. Esta é a obra do selo genuíno, a moeda autêntica que resiste o fogo do dia do Senhor.
É uma misericórdia indescritível ser libertado do espírito de agradar aos homens, do dia presente, e estar em condições de caminhar somente diante do Senhor, para que todas as nossas obras tenham a sua origem, continuidade e conclusão nele.
A intenção do coração
Vejamos, por alguns momentos, a ilustração preciosa e comovedora disto, que o evangelho de Mateus apresenta no capítulo 26. «E estando Jesus em Betânia, na casa de Simão o leproso, veio a ele uma mulher, com um vaso de alabastro de perfume de grande preço, e o derramou sobre a cabeça dele, estando sentado à mesa».
Qual era a intenção desta mulher quando se encaminhou para a casa de Simão? Era mostrar o aroma delicioso do seu perfume, ou o material e a forma do seu vaso de alabastro? Era para obter o louvor dos homens por seu ato? Era para conseguir um reconhecimento por sua devoção extraordinária a Cristo, em meio de um pequeno grupo de amigos pessoais do Salvador?
Não, leitor, não era nenhuma destas coisas. Como sabemos? Porque o Deus Altíssimo, o Criador de todas as coisas quem conhece os segredos mais profundos de cada coração e o motivo verdadeiro de cada ação estava ali na pessoa de Jesus de Nazaré. Seu olho santo, que tudo perscruta, foi direto ao mais profundo da alma desta mulher. Ele sabia não só o que ela tinha feito, mas como e por que ela o tinha feito. E o Senhor declarou: «Ela tem feito comigo uma boa obra».
Em uma palavra, então, Cristo mesmo era o objetivo imediato da alma desta mulher; e isso foi o que deu valor a aquele ato, e enviou o aroma de seu perfume direto até o trono de Deus.
Então, o Senhor não só a vindicou no momento, mas também a projetou para o futuro. Isto foi suficiente para o coração dessa mulher. Tendo a aprovação de seu Senhor, ela bem poderia dar ao luxo de suportar a irritação, até dos discípulos, e ouvir a reclamação deles por aquele «desperdício». Foi bastante para ela que o seu coração tivesse sido restaurado. Todo o resto podia ser ignorado por aquilo que realmente valia a pena.
Ela nunca tinha pensado em assegurar louvor dos homens ou em evitar o desprezo deles. Seu único objetivo indivisível, do principio ao fim, era Cristo. Do momento em que pôs a sua mão sobre esse vaso de alabastro, até que ela o quebrou e derramou o seu conteúdo sobre a Sua santa pessoa, ela pensava apenas nele.
Ela tinha uma espécie de percepção intuitiva a respeito do que seria conveniente e agradável ao seu Senhor, nas circunstâncias solenes nas quais ele estava posto naquele momento e, com um tato precioso, ela agiu daquela maneira. Ela nunca tinha pensado no que poderia valer o unguento; ou, se o tinha feito, ela sentia que Ele valia dez mil vezes mais. «Quanto aos pobres», sem dúvida, eles tinham o seu lugar e também as suas demandas; mas sentiu que Jesus era para ela mais que todos os pobres do mundo.
Em resumo, o coração da mulher estava cheio de Cristo, e isto foi o que deu caráter à sua ação. Outros poderiam qualificá-la de «desperdício»; mas podemos descansar seguros de que nada que se gaste para Cristo é desperdício. Esta mulher julgou assim, e ela tinha razão.
Um sublime ato de serviço
Honrar ao Senhor, no mesmo instante que a terra e o inferno se levantavam contra ele, foi o maior ato de serviço que um ser humano ou um anjo poderia realizar. O Senhor ia ser levado como oferta. As sombras se alargavam, a escuridão se aprofundava, as trevas se faziam densas. A cruz com todos os seus horrores estava próxima; e esta mulher antecipou tudo, e veio, de antemão, para ungir o corpo do seu adorável Senhor. E isto marca o resultado. Vejam como imediatamente o bendito Senhor intervém em sua defesa e a protege da indignação e o desprezo daqueles que deveriam ter entendido melhor.
«E entendendo Jesus, disse-lhes: por que incomodam a esta mulher? Pois tem feito comigo uma boa obra. Porque os pobres sempre tereis convosco, mas a mim nem sempre me tereis. Porque ao derramar este perfume sobre o meu corpo, tem-no feito a fim de me preparar para a sepultura. Em verdade vos digo que em qualquer lugar que se pregue este evangelho, em todo o mundo, também se contará o que esta tem feito, para memória dela».
Em tudo o que faz, procura fixar a sua atenção diretamente sobre o Mestre. Faz a Jesus o objeto imediato de cada pequeno ato de serviço, não importa qual seja. Ocupa-se em tudo de maneira que ele possa dizer: «Fez comigo uma boa obra». Não se preocupe com os pensamentos dos homens em relação ao seu caminho ou ao seu trabalho. Não importe com a sua indignação ou a sua incompreensão, mas derrame o perfume do seu vaso de alabastro sobre a pessoa do seu Senhor. Procure que cada ato do teu serviço seja o fruto da avaliação do teu coração para ele; e tenhas segurança de que ele valorizará a sua obra e te vindicará diante de muitos.
Assim ocorreu com a mulher de quem temos lido. Ela tomou o seu vaso de alabastro e caminhou para a casa de Simão o leproso, com um só objetivo em seu coração, ou seja, Jesus e o que estava diante dele. Toda a sua atenção estava posta nele. Ela não pensava em nenhuma outra coisa, a não ser em derramar o seu unguento precioso na cabeça do Senhor.
E observem o bendito detalhe. O ato desta mulher chegou até nós, no registro do evangelho, associado com o bendito nome de Jesus. Ninguém pode ler o evangelho sem ler, do mesmo modo, o memorial de sua pessoal devoção.
Os impérios se elevaram e prosperaram, para em seguida desaparecerem na região do silêncio e do esquecimento; os monumentos eretos para celebrar a glória do gênio humano se converteram em pó; mas o ato desta mulher ainda vive, e viverá para sempre. Que tenhamos a graça de imitá-la.

Fonte: http://www.aguasvivas.ws/revista/72/07.htm
 
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