outubro 29, 2007

O Poder da Língua - Gary Haynes




Já imaginou um poder incalculável dentro de você, capaz de trazer a vida e a morte, mover céu e terra?

O Poder da Língua é um dos mais interessantes estudos já realizados sobre a incrível força que as palavras têm para impactar a nossa vida, a família e os negócios.

Pequenas frases, orações, expressões. Saiba como usá-las ao seu favor, antes que elas se voltem contra você. Este verdadeiro dom de Deus não pode ser usada arbitrariamente. Entenda como administrar a língua de forma a trazer a bênção que procura e como quebrar a força daquilo que foi dito de forma inconseqüente.

O pastor Gary Haynes, nos revela que o caminho entre o triunfo e a tragédia poder ser bem curto quando não sabemos a maneira correta de nos expressar. Simples e verdadeiros exemplos de fácil compreensão foram perfeitamente reunidos na elaboração deste impressionante livro. Situações que nos levam a compreender que, tudo o que é pronunciado, por vezes displicentemente, sempre traz alguma conseqüência. E qual seria ela?

Vida, sucesso, calamidade... até mesmo a morte. Efeitos reais de algo que, por muitos, incorretamente, não é valorizado. O extraordinário poder precisa ser controlado, só depende de você.

...muitos desperdiçam, grandes oportunidades para ver Deus fazendo milagres nas suas vidas. Não aproveitando de um canal de bênçãos, simplesmente por não saber usar as nossas palavras da forma correta.

Junte-se agora mesmo a Gary Haynes nessa reveladora e grandiosa viagem pelo Poder da Língua.

Suas palavras nunca mais serão ditas da mesma forma.


Como entender a Nova Era - Walter Martin








Walter Martin foi um dos primeiros líderes evangélicos a fazer investigações e advertências acerca do crescimento de um novo movimento religioso com raízes no misticismo oriental. Ainda nos anos cinqüenta ele publicou artigos e deu palestras sobre o ocultismo e as seitas que, àquele tempo, agiam como pontas-de-lança do presente movimento. A iminente ameaça à igreja cristã tornou-se agora realidade.
Hoje, cerca de 60 milhões de pessoas estão de algum modo envolvidas com as práticas e formas do pensamento ocultista em geral, através da Nova Era.

Como Entender a Nova Era é uma veemente refutação do movimento que mais controvérsias tem produzido no mundo cristão. O autor define biblicamente os ensinamentos-chave do movimento, revela seus perigos latente, fornece critérios para a identificação de seus diferentes grupos e líderes, e indica que passos eficazes devemos dar a fim de comunicar o evangelho aos seus adeptos.

Walter Martin ficou conhecidíssimo em todo o mundo como um dos maiores defensores da fé cristã. Seus programas radiofônicos, suas conferências, o tremendo sucesso de seu livro O Império das Seitas, e o Instituto Cristão de Pesquisas, fundado por ele, fizeram dele “O homem da Resposta Bíblica”. Logo após concluir esta obra, o Dr. Martin foi estar com o Senhor.

Walter Martin estudou os movimentos afinados com a expectativa de uma “nova era” por 38 anos e apresenta nesse livro a maneira bíblica de combatê-los.



outubro 23, 2007

El Libro de los Mártires


EM ESPANHOL











O Livro dos Mártires de John Foxe é um dos mais famosos livros da literatura Protestante.

Escrito por John Foxe e publicado pela primeira vez em latim, em 1559, e depois em inglês, em 1563, com o nome The Actes and Monuments of These Latter and Perilous Dayes, o livro narra a história de sofrimento e perseguição dos principais mártires cristãos, começando por Jesus Cristo e até o final do reinado de Maria I (chamada pelos protestantes de Maria Sanguinária, devido às perseguições que sofreram durante o reinado dela). Narra as histórias de reformadores e mártires famosos, como Policarpo, John Wycliffe, John Huss, Lutero, Hugh Latimer, Thomas Cranmer e muitos outros que sofreram perseguição e martírio pelos pagãos e pela Inquisição. O livro foi também ilustrado com gravuras.

O Livro dos Mártires moldou por séculos a consciência religiosa da Inglaterra. O livro contém uma severa crítica ao catolicismo e busca dar apoio à Igreja da Inglaterra, que fez o possível para colocar uma cópia dele em todas as paróquias do país.

No Brasil, a primeira tradução foi publicada em 2001, mas a tradução definitiva foi publicada em 2003, feita pelo especialista em língua inglesa Almiro Pisetta.

Babá Eletrônica



Autor: Miss. Antônio Ripari
Ao ler este livro, nunca mais você assistirá televisão com antes. É interessante observar como Deus o usa de formas diferentes, em uma unção específica para cada local, ainda que a mensagem central seja a mesma: O uso adequado da televisão, ou como ele diria: "O mau uso da televisão!"

A Criação X A Evolução


Autor: Claudia Aparecida Alves - Numa época em que as publicações científicas procuram cada vez mais desacreditar as Escrituras Sagradas, vemos, com satisfação, que o conhecimento científico chegou a um impasse sobre a origem da vida e que algumas pessoas começam a reconhecer que as respostas podem estar no âmbito da teologia. Nesta matéria, analisaremos, com franqueza, os fundamentos históricos e científicos da chamada “teoria da evolução”. Será que resistem?





outubro 19, 2007

[DICA] O Ministério da Palavra de Deus-Watchman Nee


Sinopse
"Quanto a nós, nos consagraremos... ao ministério da palavra” (At 6.4). A tarefa de servir às pessoas com a Palavra de Deus é chamada de ministério da Palavra; o indivíduo que serve dessa forma é chamado de ministro. ’Ministério‘ aponta para a função, enquanto ’ministro‘ fala sobre o indivíduo. O ministério da Palavra ocupa um lugar importante na obra de Deus. Há princípios definidos que devem ser aprendidos por aqueles que pregam a Palavra de Deus e servem às pessoas por meio dela."

Natal - A festa dos homens

Natal - A festa dos homens

FILHOS DO SOL

Cam, filho de Noé, gerou um filho a que podemos chamar um monstro político-religioso. O seu nome era Ninrode. Este nome, em hebraico, deriva de (Marad), que significa: (ele se rebelou) ou (o rebelde).

Foi ele o fundador do sistema político competitivo e imperial babilônico, cujas raízes deram origem a muitos sistemas políticos de que a História nos conta.

O começo da apostasia, imediatamente após o dilúvio, e a causa dos homens se terem afastado de Deus, tem origem precisamente nesta organização que fora criada por Ninrode.

Era tão perverso que casou com própria mãe a qual se chamava Semiramis.

Depois de Ninrode morrer, Semiramis criou o mito da sua sobrevivência pós-morte, ao afirmar que ele passaria a existir como um ente espiritual, alegando que um grande pinheiro cresceu de um dia para o outro de um pedaço de árvore morta.

Esse pinheiro era o símbolo vivo da passagem de Ninrode para outra forma de vida. Todos os anos, por ocasião do seu aniversário, Ninrode visitava o pinheiro e deixava nele oferendas.

A data do seu aniversário coincide precisamente com o nosso 25 de Dezembro.

Com o andar do tempo Semiramis converteu-se, não só para os caldeus, como para outros povos, na “Rainha do Céu”; e Ninrode era o filho de Baal, o deus-sol das civilizações antigas.

Desta dualidade mítica nasceram os cultos ancestrais, das (mater) com o menino, e as suas réplicas de divindades diversas, célticas e mesopotâmicas, que se tornaram no objecto de adoração principal dos vários povos.

No Egito encontramos a tríade Osíris, Isis e Horus. Na Ásia são Cibele e Deois. Na Grécia e na China temos as célebres madonas; e em Roma era Fortuna e Jupiterpuer.

No Egito antigo acreditava-se que o filho de Isis - Horus - nascera no dia que hoje corresponde ao 25 de Dezembro no nosso calendário.

A Árvore-sempre-viva era um elemento simbólico predominante no culto prestado a essa divindade e o seu uso com madeiro para queimar em cerimônias anuais tinha com intenção estimular o deus-sol em declínio quando ele atinge o solstício de Inverno.

Já muitos séculos antes o pinheiro era a árvore preferida de Tamuz, filho de Ninrode e de Semiramis, a deusa virgem babilônica (Ezequiel 8.14).



O CULTO PRIMITIVO

Os adoradores do sol remontam às épocas mais antigas da História da humanidade.

Os cultos votados pelos egípcios ao deus Ra; pelos assírios ao deus Shamash; e mais tarde pelos celtas e gauleses ao deus-sol, provam que esta divindade é preponderante nas crenças ancestrais.
Esse cultos profanos são inclusivamente denunciados nas Escrituras:

“Estavam à entrada do Templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de 25 homens de costas para o templo do Senhor, com os rostos para o oriente; e eles adoravam o sol virados para o oriente.” (Ezequiel 8.16)

Desde a antiguidade que se atribui ao sol um poder terapêutico e mágico. Os fieis tratavam os seus males por feitiços solares, enquanto se expunham aos seus raios benéficos.

Um texto assírio dá-nos conta disso:

“Graças a ti, Shamash, todo poderoso, o doente passará esta crise que lhe provocou a mudança de lua. Envia-lhe os teus raios salutares que atenuarão a sua enfermidade. Que por tua ordem a doença se dissipe, que a crise seja vencida, que o doente sobreviva.”

Shamash, o deus-sol dos caldeus tinha um templo em Babilónia que se chamava Etemenanki, que quer dizer a (casa das sete direcções do céu e da terra.)

Todas as manhãs, ao nascer do sol, recitavam o hino solar em direcção ao levante, do alto da torre mais alta:

“Sou a chama de ouro, a grande insígnia dos deuses, a chama protectora. Que os corações do meu deus e da minha deusa se abram e que deles saia o meu destino.”

Os persas também tinham os seus deuses inspirados no sol. Entre eles destaca-se o deus Agni.

No dia que corresponde ao nosso 24 de Dezembro queimavam o seu deus manufacturado de um tronco de árvore; isto depois de já terem feito outro que reponham no lugar do anterior.

Então com o novo deus em vigor, os dias começavam a aumentar porque segundo supunham, o seu deus jovem estava cheio de vigor para produzir dias maiores. Adoravam-no então com diversas solenidades aparatosas e sacrifícios humanos.

No dia que corresponde ao nosso 25 de Dezembro celebravam um estranho ritual que consistia no seguinte: No templo, onde guardavam o deus Agni de trás de uma cortina, havia uma fresta do lado oriental, por onde penetrava o sol ao nascer.

Esses raios iam incidir na parte posterior da cabeça do sacerdote que era dotado de uma calva espelhada. Ao refletirem-se nela iriam projectar-se num espelho em forma de sol, do qual derivou a custódia usada nos templos católicos romanos; e daí iria incidir no deus feito de madeira, que se encontrava no seu nicho com a cortina aberta.

Tudo isto era feito entre a noite do dia equivalente ao nosso 24 de Dezembro e o nascer do sol do dia 25. Um sacerdote voltado de costas para o povo. Quando os raios solares penetravam através da fresta do templo, e após todos estes ricochetes, o sacerdote voltava-se então para o povo e ministrava as bençãos.

Ra, o deus-sol egípcio foi quem primeiro reinou no país, segundo se crê. Era por esse motivo que o descendente directo do deus, o faraó, recebia culto tal como o seu antepassado.

Os seus templos eram orientados de modo a que o nascer do sol ocorresse entre os dois pilares da entrada que eram encimados pelo sinal (neter), uma forma simbólica de falcão real, representante do deus-sol.

Nos hieroglifos, a cabeça da vaca sagrada, vestal de Ra, tem entre os chifres o dístico solar. Os grandes mágicos da corte dos faraós auto-denominavam-se os (donos dos raios).

Entre as tribos maias, da América do Sul, e em particular a dos Huichol, esses mesmos raios solares eram representados pela flecha, vector ou mensageiro das aspirações humanas junto de Talé-houari, o seu deus-sol, cujo nome significa (nosso avô o fogo).

O Egito primitivo empregava menires indicadores e depois utilizou o obelisco para consagrar os seus cultos ao sol.

O mesmo acontece com menires bretões cujo estudo da sua orientação tem demostrado o seu significado cronográfico.

As unidades de Stonehenge, na Inglaterra e a de Kergonan na Bretanha, constituem verdadeiros templos solares.

Segundo Plínio, o nome obelisco significa (consagrados ao sol), sendo ao mesmo tempo a imagem dos raios solares. Eram também chamados raios solares petrificados. A sua função, tal como a dos menires, era marcar a posição do nascer do sol e permitirem o conhecimento da situação do Sol no céu marcando a data em que o ano deveria ser purificado pelos ritos. Isto ocorria no dia do calendário lunar equivalente ao actual 25 de Dezembro.

O ritual simbólico que evocava os mistérios do deus solar egípcio era diário e tinha a ver com o nascer e o pôr do sol: Osíris, o deus recém nascido envelhecia e tornava à tarde no deus Hórus, o qual casava com Isis, a deusa lua.

Esta chorava de noite (o orvalho eram as lágrimas) a morte do seu esposo, mas desse casamento voltava a nascer Osíris na manhã seguinte. Nessa sequência perpétua era assegurada a imortalidade dos deuses, que careciam dum ritual anual de revigoração do inverno.



PAGANISMO CRISTIANIZADO

As civilizações gregas e romanas introduziram nos seus costumes as celebrações saturnais, que consistiam em festejos dedicados ao deus-sol, denominados NATAALIS SOLIS INVICTI, ou seja: (o nascimento do sol invencível).

Celebrado de forma semelhante à dos persas, no solestício do inverno, este ritual tinha a ver com o facto de o período do dia diminuir em relação ao da noite até 24 de Dezembro (do calendário actual) e daí em diante começa a aumentar até ao mês de Julho.

Os festejos iam do dia 17 de Dezembro até ao dia 24, e neles o povo entregava-se às mais incríveis depravações: grandes orgias, danças, em flagrante loucura, não havendo qualquer respeito humano.

“À Brumália pagã, celebrado a 25 de Dezembro seguia-se Saturnália, que ia do dia 17 ao dia 24, festejando o dia mais curto do ano e o nascimento do (novo-sol).”

Estas festividades pagãs estavam profundamente amigadas nos costumes populares, para serem abandonadas pela influência (cristã) oficial. Como eram acompanhadas de orgias, agradavam tanto, que os (cristãos oficiais de Roma) viram com agrado uma desculpa para continuarem a celebra-la sem grandes alterações no espírito e na forma.

A festa germânica pagã do solestício do inverno, a YULE, tinha como costumes principais os grandes banquetes, a folia, a troca de presentes, os cérios acesos, as achas de madeira, os enfeites e as árvores.

Pregadores cristãos do ocidente protestaram contra a irreverência com que se celebrava o nascimento de Cristo; e muitos cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol, por estes aceitarem como cristã esta festividade pagã.

A aprovação dada por Constantino em relação ao domingo como dia de descanso, tem a ver com toda esta trama mítica.

“A substituição do sábado pelo domingo, (em inglês sunday, isto é, dia do sol) foi feita para agradar aos pagãos adoradores do sol. E a influência do maniqueismo, que identificava o Filho de Deus com o sol físico, proporcionou a esses pagãos do século 4º, agora convertidos em massa ao cristianismo, o pretexto necessário para chamar á sua festividade pagã de 25 de Dezembro o dia de nascimento do *filho de Deus.” (in Enciclopédica de Conhecimentos Religiosos. Schaff - Heazog)

Durante os dois primeiros séculos da era cristã, a igreja não fazia ideia de qualquer festejo comemorando o nascimento de Jesus Cristo, pois ele não deu qualquer mandamento para tal, nem mesmo aos apóstolos alguma vez o recomendou.

Em meados do 3º século os cristãos porque os adoradores do sol celebravam duas festas durante o ano e eles achavam que deveriam ter também as suas, pois as escrituras chamam a Deus "um sol e escudo" (Salmos 84.11).

No ano de 245 o teólogo Origenes repudia a ideia dos festejos do nascimento de Cristo como se ele fosse um faraó.

Nesse tempo as opiniões eram diversas:

Dizia-se que Jesus tinha nascido em 20 de Maio; outros opinavam que deveria ser em 19 ou 20 de Abril.

Clemente de Alexandria nos (Stromata) condenava essas especulações que se faziam, porém afirmava ter sido em 17 de Novembro.

Muitos afirmavam ainda que a data certa era 6 de Janeiro: e foi esta data que a igreja do oriente continuou a celebrar, depois de separar-se da do ocidente.

“Na fixação da data do nascimento de Cristo influíram, antes de mais, factores astrológicos. Primeiro começou-se por escolher as datas do equinócio da Primavera. Depois influíram também razões de índole escriturística, pois o profeta Malaquias chama ao Messias *o Sol da Justiça.” (in Expresso 22 de Dezembro 1978 - Manuel Ferreira)

No ano de 354 começou-se a celebrar o Natal, mas cada qual na sua data.

“A partir do ano de 354, alguns bispos latinos transferiram o dia de Natal de 6 de Janeiro para o 25 de Dezembro, data em que se celebrava um a festa mitraista, ou (nascimento do sol invicto). Os sírios e os arménios que continuaram com a data de 6 de Janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do sol, alegando que a festa de 25 de Dezembro tinha inventada pelos discípulos de coríntios.” (in Encyclopedia Britannica )

“No ano de 406 foi fixada a data de 25 de Dezembro a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas nesse dia.” (in *babilônia ontem e hoje - Abraão de Almeida)

A data do nascimento de Cristo viria a ser fixada no dia 25 de Dezembro sobretudo por razões socio-culturais. A data provém do calendário civil romano e assinala a festa mitraista do (sol-invictus) introduzida em Roma pelo imperador Aureliano no ano 274. Esta festa teve muito êxito e popularidade porque se celebravam os sóis - os génios da humanidade - as artes. No ano de 362 a festa era celebrada com muita pompa, como o atesta o (De solerege), escrito por Juliano o apóstata.

No século 4º os cristãos tinham já conquistado em Roma um espaço cultural muito amplo e assim iniciaram e realizaram com êxito o processo de recuperação eclesial da festa pagã.

Foi assim que no século 4º o 25 de Dezembro passou a ser a festa do (Dies Natalis Domini), por decreto do papa Libério.

De origem romana, esta festa estendeu-se às igrejas do império, mas com algumas dificuldades, sobretudo no Oriente, onde a Epifania estava mais implantada.

Em África a festa de Natal impôs-se rapidamente graças às posições dos donatistas que recusavam a festa da Epifania, comemoração do baptismo de Cristo, também na Gália a festa de 25 de Dezembro se implantou com sucesso, como atestam as conclusões do concílio de Adge em 506.

Na Palestina e no Egito a festa demorou mais tempo a ganhar raízes. São do ano de 432 os primeiros testemunhos da festa de Natal em Alexandria; E só pelos anos 634 ou 638 é que a festa de 25 de Dezembro tomou forma definitiva em Jerusalém.

Em Constantinopla o Natal foi instituído por volta do ano de 386. Foi João Crisóstomo, ainda diácono, quem deu a grande novidade ao povo anunciando que naquele ano se começaria a celebrar em 25 de Dezembro a festa do nascimento de Cristo.

Mais tarde precisamente no ano 425, a festa passou a fazer parte dos dias em que eram proibidos os jogos.

Ao perigo da fazer o Natal uma festa socialmente bem aceite mas muito diluída no paganismo se deve a advertência do papa Leão I, o Grande; (440 a 461), que no seu sermão 22 sobre a (natividade do Senhor) admoestava os cristãos a não confundirem Cristo com os sóis naturais . (in Expresso 22 Dezembro de 1978 Manuel Ferreira)

“Uma festa foi estabelecida em memória da nascimento de Cristo no século 4º. No século 5º a igreja ocidental deu ordem para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra do nascimento do sol, por não se conhecer ao certo o dia exacto do nascimento de Cristo.“ (Enciclopédia Americana Edição 1944)

No ano 527 o imperador Justiniano mudou a sede do império para Roma. E com esta mudança houve sérias transformações na igreja, nomeadamente a primazia dada ao bispado - causa do grande cisma.

Este imperador decretou então ditatorialmente que se celebrasse a festa do Natal a 25 de Dezembro.



O CULTO ENTRE NÓS

“Em algumas terras bragantinas começam as festas de natal no dia 13 de Dezembro com bailados acompanhados de constantes libações nineácias.
Na noite de consoada (24 de Dezembro) esfusia o entusiasmo por toda a parte. A lareira é bem fornida de lume de que se guarda o melhor tição para acender pelo ano adiante quando surjam trovoadas para evitar que danifiquem os frutos.

Vai-se depois à (missa do galo) e beija-se o deus- menino.
Seguem-se os festejos de santo Estevão a 26 de Dezembro; de S.João, a 27; de S.Silvestre, a 31; do ano-novo, a 1 de Janeiro; e dos Reis a 6.

Estes usos derivaram da Saturnália celebrada pelos romanos durante 8 dias, começados a 17 de Dezembro convivendo fraternalmente ricos e pobres e sendo estes servidos à mesa por aqueles num ambiente de igualdade entre os homens, em memória da idade áurea simbolizada por Saturno.

A esta folgança agregaram-se as Juvenais, festas celebradas pela gente moça no dia 24 de Dezembro, com lautas patuscadas, além de que no dia 21 do mesmo mês se sacrificava a Vénus, cujos cultos sempre tiveram muito de brincalhões.

Estes costumes atingiram o apogeu na Idade Média com a (festa dos loucos) que era celebrada por clérigos de ordens menores, diáconos e sacerdotes, durante 12 dias, ou seja: desde o dia de Natal ao dia de Reis. As grandes fogueiras e a lenha estão relacionadas com os ritos de fogo, celebrados em tempos anteriores ao cristianismo, no solestício do inverno, como culto propriciatório ao Sol.” (padre Francisco Manuel Alves. Abade de Baçal. 1934)



CONCLUSÃO

“Como a Bíblia não revela a data exacta do nascimento de Cristo, os primeiros cristãos não celebravam o seu nascimento, porque consideravam a comemoração do aniversário um costume pagão.” (in Enciclopédia Delta Universal)

“A noção de uma festa de aniversário natalício era alheia às ideias dos cristãos nos 3 primeiros séculos da nossa era.” (in História da Religião e da Igreja Cristãs, Augustus Neander)

A celebração do nascimento de Jesus Cristo é oriunda dos costumes pagãos antigos e foi adoptada devido à apostasia da igreja, a qual foi pouco a pouco introduzindo os rituais das religiões primitivas coexistentes.

Antes de conhecermos Cristo, como conhecemos hoje e antes de penetrarmos nos mistérios que dizem respeito à genuína fé, também andávamos segundo os costumes dos (adoradores dum deus) que não é nosso.

“Porque é bastante que no tempo passado da vida, fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; e acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.” - 1Pedro 4.3-4

O nascimento neste mundo é um acto carnal e sabemos que tudo o que se celebre relativo a ele é da vontade da carne.


Mas Jesus não é mais segundo a carne; e deve ser adorado e solenizado como ele é actualmente .

“Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.” - 2Cor. 5.16

Portanto devemos seguir o exemplo dos nossos antepassados irmãos que celebravam, não em glutonerias e embriaguez, a (festa da sua libertação), alegrando-se no Espírito Santo.

“E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” - Actos 2.46-47

A data em que o nascimento de Jesus Cristo ocorreu nos nossos corações, num verdadeiro natal criativo, em que tudo se fez novo e produziu novos e sãos frutos espirituais, é que é a nossa festa permanente.



Manuel José dos Santos
Revista Compreender

outubro 17, 2007

O Homem Espiritual - Watchman Nee



Das muitas obras escritas por Watchman Nee, O homem Espiritual é, sem dúvida, a mais importante e mais profunda em conteúdo.Como o próprio autor diz em seu primeiro prólogo, o livro trata do caminho da vida espiritual e da estratégia da guerra espiritual. Um livro apoiado na Palavra e na experiência, para dar aos filhos de Deus uma compreensão clara da vida espiritual, a fim de que o Espírito Santo possa usá-lo em seu avanço para os libertar de ter que andar apalpando na escuridão. A fim de tornar esta obra mais acessível a nossos leitores, agrupamos os três volumes em um só.
O e-book contém estas partes:
I – Espírito, Alma e Corpo. Analisa a Carne e a Alma, com ênfase na postura definitiva do crente em relação à carne.
II – Análise do Espírito. Centrado nas leis do Espírito e nos perigos da vida espiritual.
III – Análise da Alma. Apresenta uma análise em profundidade da alma em Mente e Vontade.
IV - Análise do Corpo. Um estudo do lugar que Deus reservou para o nosso corpo físico, em seu plano e em seu propósito.

Um verdadeiro clássico da literatura cristã em muitos idiomas, valiosa contribuição no crescimento espiritual dos crentes.



outubro 15, 2007

DESENHOS BÍBLICOS


outubro 13, 2007

Como Passar em Provas e Concursos




Como Passar em Provas e Concursos

Exclusivo Ebook escrito pelos maiores especialistas em Concursos Públicos do Brasil dando incríveis dicas de "Como passar e obter as melhores colocações em provas e Concursos" Você aprenderá também como desenvolver uma rotina de estudos séria e eficaz para realmente ser aprovado. Lembre-se: Mais vale 1 hora bem-estudada do que 5 horas mal-estudadas.

A Bíblia Sagrada para Celular


A Biblia Sagrada, Novo e Velho Testamento em formato digital(Java) para celular. É dividido em 2 arquivos, o software tem opções de escolher os livros, capítulos e versículos, muito interessante. Os arquivos ja estão prontos para instalação, não é necessário descompactação, simplesmente use seu programa de edição de programas do seu celular, ache a opção Instalar Java, e instalar os dois arquivos.



Velho Testamento Tamanho: 1mb



Novo Testamento Tamanho: 400kb

outubro 12, 2007

TextAloud 2.2 Português BR (nova versão)



Este incrível programa passou dos limites. Ele conta historinhas pra você. è verdade. Este software é capaz de ler com clareza e sem sotaques qualquer tipo de texto escrito. suporta formatos de arquivos: .doc, .rtf, .txt, .html e pdf.

Para o Firefox ele coloca uma toolbar para leitura rápida das páginas da web. Lê seus e-mails, cartas, textos, manuais etc.

Com instalação própria para Português do Brasil, este software realmente vai fazer uma mudança em termos de leitura de e-books. Você aciona e pode descansar ouvindo qualquer coisa que estiver escrita.

Gera um arquivo em MP3 que pode ser ouvido normalmente como qualquer outro MP3. Você determina a velocidade da fala e outras opções. Com guia de instalação para português incluso.

[ DICA ] A HISTÓRIA DAS RELIGIÕES


A religião, filosofia, pragmatismo e ceticismo são temas que provocam a reflexão sobre a existência humana: de onde viemos, para onde vamos e porque estamos aqui.
Povos de diversas partes do mundo, em épocas diferentes, cada um à sua maneira procuraram e ainda procuram respondê-las.
Em cada um destes três DVDs encontram-se algumas respostas, vistas a partir da ótica espiritual ou racional de africanos, ameríndios, budistas, católicos, ceticistas, confucionistas, egípcios, gregos, judeus, romanos, taoístas e xintoístas.
Neles a viagem espiritual passa pela geografia e pela história. As imagens são deslumbrantes e as informações nelas impressas são certamente uma aula. A chance de se aprofundar em temas complexos são vitais à nossa compreensão da vida.

DVD História das Religiões 1 - 190 min.

* Catolicismo
* Religiões de Pequenas Sociedades
* Religiões Nativas da América
* Africanos e Afro-Americanos
Confrontar culturas e aspectos sócio-econômicos de povos tão distintos quanto os Africanos, as antigas civilizações Inca, Maia e Asteca ou os mais de dois bilhões de católicos de todas as raças, é apenas uma das virtudes deste DVD. Nele estão expostas as diferenças e semelhanças de várias crenças ao redor do mundo, em exóticas locações, modos de vida e culturas.
São 180 minutos que exploram principalmente os achados espirituais do homem na sua eterna busca pelo sentido da vida e as respostas às inquietações que sempre o intrigaram.
Do amor e perdão que prega o catolicismo, aos cultos e ritos Africanos, Incas e Maias baseados na natureza, no trabalho, nas relações sociais, nascimento, vida e morte, este DVD aponta para a essência das questões humanas.

DVD História das Religiões 2 - 190 min.

* Judaísmo
* Hinduísmo
* Protestantismo
* Clássicos e Mitos do Mediterrâneo
As religiões da Europa e as do Oriente estão neste DVD imprescindível. Deuses e mitos de civilizações antigas como a grega, a romana e a egípcia são abordados com informações detalhadas.
A crença na reencarnação, a yoga e a meditação, os ritos de oferenda e a escrita sagrada Veda, do Hinduísmo, a segunda religião mais antiga do mundo, são apresentados alternando o novo e o antigo.
Belas imagens mostram a geografia, a sociedade e toda a riqueza da arte religiosa dessas civilizações, com delicadeza e tecnologia.
O judaísmo de quatro mil anos e suas implicações étnicas são apresentados e discutidos, de suas origens, fundamentos e história a documentos e entrevistas com líderes espirituais e conceituados professores. Um DVD que tem muito a ensinar.

História das Religiões 3 - 237 min.
* Islamismo
* Xintoísmo
* Ceticismo
* Budismo
* Confucionismo
As convicções religiosas e filosóficas do Oriente estão expressas neste DVD, em contrapartida com o Ceticismo racional.
A resignação islâmica é uma imagem impressionante num mundo já esquecido de valores espirituais.
Alguns de seus inúmeros e rigorosos rituais de devoção são apresentados aqui, assim como sua limitada evolução através dos tempos.
Vida é sofrimento e estar preparado para este sofrimento é o que o Budismo discute neste DVD, que mostra ainda como o pré-histórico Xinto é ainda uma extensão da cultura japonesa.
Nessa viagem espiritual, que passa por correntes filosófico-religiosas da China à India, o fio condutor é a crença num Deus, que também os ceticistas explicam, com razão.


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outubro 05, 2007

A ilusão Mórmon - Floyd C.Mc. Elveen.



Ex-mormon mostra como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias não é cristã. Veja ainda como refutar o mormonismo em suas principais doutrinas

Theodore Austin-Sparks (1888 — 1971


Theodore Austin-Sparks converteu-se aos dezessete anos, ao ouvir uma pregação de rua em Glasgow, na Escócia. Dessa forma, iniciou-se uma vida de pregação do Evangelho que durou sessenta e cinco anos. Sparks nasceu em 1910, numa cidade escocesa. Sua mãe conhecia o Senhor e O amava, pois era uma mulher de oração. Theodore cresceu num lar em que sempre havia reuniões de oração, no qual se cria que a Palavra de Deus é a autoridade máxima em todas as questões e no qual se esperava a volta do Senhor Jesus. Sua mãe teve grande influência em sua vida.

Naqueles dias, um dos maiores pregadores na Inglaterra, Dr. G. Campbell Morgan, desejando ajudar a um grupo de jovens no estudo da Palavra, passou a se reunir com eles todas as sextas-feiras, dando-lhes vários estudos bíblicos. Por 52 semanas, Campbell Morgan se reuniu com esses jovens e, dentre os mais brilhantes, estava T. Austin-Sparks. Por esse motivo, ele passou a ser sempre requisitado como preletor em várias Conferências.

Certa vez, ao ministrar numa igreja batista, ele viu uma tremenda mudança vindo sobre toda a congregação. Um após o outro, dentre os conhecidos ali como cristãos, foram sendo salvos. A secretária da igreja, os diáconos, todos foram encontrando o Senhor. Mas, apesar de T. Austin-Sparks ser um conferencista nacionalmente conhecido e requisitado, e apesar de ser um jovem com tanto futuro, ele mesmo sentia uma terrível pobreza em sua vida. Ele sentia que estava proclamando coisas que, na realidade, não eram experiências suas. Ele não tinha dúvidas de que era nascido de novo, mas sentia que estava pregando coisas que ele mesmo não experimentava. Por natureza, Sparks era alguém que se entregava completamente ao que cria, nunca se contentando com uma posição intermediária. Por isso, começou a se sentir um fracasso, pois o que lia na Bíblia não era, para ele, uma experiência própria.

Certo dia, então, ele disse à sua esposa: "Eu vou para meu estúdio; não quero que ninguém me interrompa. Não importa o que aconteça, eu não sairei daquele quarto até que tenha decidido qual caminho vou tomar". Ele sentia imensamente a necessidade de que o Senhor o encontrasse de forma nova, ou cria que não poderia mais continuar seu ministério. Havia chegado ao final de si mesmo.

Fechado naquele quarto, ele passou a maior parte do dia quieto diante do Senhor, e então, começou a ler a carta aos romanos. Nada aconteceu. Ele a conhecia muito bem, pois a havia ensinado tantas vezes e dava esboços dessa porção das Escrituras. Nada de novo ela lhe apresentava, até que ele chegou ao capítulo 6. Ele mesmo disse: "Foi como se o céu tivesse se aberto, e luz brilhou em meu coração." Pela primeira vez ele compreendeu que havia sido crucificado com Cristo e que o Espírito Santo estava nele e sobre ele para reproduzir a natureza de Cristo. Isso revolucionou completamente a vida de Sparks. Quando saiu daquele quarto, ele era um homem transformado. A partir daquele momento, ele começou realmente a pregar a Cristo, começou a magnificar o Senhor Jesus.

Logo começou a ensinar o que chamava de "o caminho da cruz", dando grande ênfase à necessidade da operação interior da cruz na vida do crente. Ele mesmo havia passado por uma crise e aceito o veredito da cruz sobre sua velha natureza, percebendo que essa crise fora a introdução para um desfrutar completamente novo da vida de Cristo, tão grandioso que ele só conseguia descrevê-lo como "um céu aberto".

Sparks recebeu também grande ajuda espiritual da Sra. Jessie Penn-Lewis, a quem o Senhor dera um claro entendimento sobre a necessidade da operação interior da cruz na vida do crente. Ela viu em T. Austin-Sparks o herdeiro de toda a obra que o Senhor lhe havia dado. Sparks se tornou um pregador e mestre muito querido e popular no meio do chamado "Movimento Vencedor". Mas a experiência que Sparks tinha, em vez de lhe abrir as portas para todos os púlpitos, fechou a maioria delas. Os líderes o temiam, pois achavam que algo estranho, perigoso e errado havia lhe acontecido. E assim começaram a opor-se a ele.

Houve um momento em que ele ficou na rua, sem casa para morar com a esposa e filhos, mas o Senhor logo lhe providenciou uma moradia, na rua Honor Oak. Uma senhora que servia ao Senhor como missionária na Índia e havia sido grandemente ajudada através do ministério de Sparks, ouviu dizer de uma grande escola na rua Honor Oak que estava à venda. Então, comprou toda a propriedade e a deu à igreja. Ali veio a ser um local de comunhão cristã e a sede de conferências Honor Oak. Esse foi o lugar onde conferências eram realizadas três ou quatro vezes ao ano, para as quais vinham pessoas de toda a parte.

Em 1937, Watchman Nee se encontrou pela primeira vez com Sparks. Nee havia lido alguns escritos seus e fora grandemente ajudado. Logo após, porém, começou a 2ª Guerra Mundial, e aquelas conferências cessaram, pois o mundo todo estava em turbulência. Todavia, ao terminar a guerra houve um período maravilhoso na história daquela obra e ministério. De 1946 até 1950 houve conferências cheias da presença do Senhor.

Por várias razões, muitos outros sofrimentos vieram à sua vida, mas ele cria que, se por um lado, a cruz envolve sofrimento, por outro, ela é também o segredo da graça abundante. Por ela, o crente é levado a um mais amplo desfrutar da vida de ressurreição e também a uma verdadeira integração na comunhão da Igreja, que é o Corpo de Cristo.

A enorme oposição que Sparks enfrentava era inacreditável. Livros e panfletos eram escritos contra ele, pregadores falavam contra ele, davam-lhe a fama de ser um falso mestre, cheio de ardis. Esse isolamento total a que o colocavam era, de muitas formas, a prova mais dura que ele suportava. Ano após ano, ele ia a Keswick onde, atrás da plataforma, estava escrito: "Todos somos um em Cristo". Mas sempre que ia ao encontro daqueles com quem já havia trabalhado e estendia-lhes a mão, eles não o cumprimentavam, não lhe dirigiam nem uma só palavra e lhe viravam as costas. Isso era para ele muito mais difícil de suportar do que todos os outros problemas.

No final da vida, Sparks estava só; havia muito poucas pessoas com ele. Campbell Morgan, Jessie Penn-Lewis, F. B. Meyer e A. B. Simpson tiveram grande influência na vida de T. Austin-Sparks. Ele costumava dizer que de todos os pregadores americanos que ele conhecera quando jovem, A. B. Simpson era o mais espiritual e o que falava com mais poder.

Sparks sempre utilizava algumas frases que, na época, praticamente não eram ouvidas em outro lugar. Uma delas era que "a Igreja é o corpo de Cristo", outra era que "precisamos ter uma vida de Corpo, que os membros de Cristo são membros uns dos outros". Eram frases muito mencionadas por ele, mas algo totalmente novo e desconhecido no mundo cristão da época. Certa vez ele disse: "Podemos tomar a Igreja, que é o Corpo do nosso Senhor Jesus unida ao Cabeça que está à mão direita de Deus, e reduzi-la a algo terreno, fazer dela uma organização humana". Todas essas frases eram consideradas muito estranhas. No mundo cristão falava-se sobre conversão, estudo bíblico, oração, testemunho, missões, vida vitoriosa. Mas nada se ouvia sobre a Igreja, sobre o Corpo de Cristo, sobre sermos membros uns dos outros. Ele era uma voz profética solitária. Foi isolado, rejeitado, caluniado.

Uma das ênfases de seu ministério era "a universalidade e a centralidade da cruz". Essa era uma das ênfases do seu ministério. Outra ênfase era a preeminência do Senhor Jesus. Para ele, o Senhor Jesus era o início e o fim de tudo, o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último. Ele via que tudo está em Cristo: toda a nova criação, o novo homem, tudo. Outra ênfase era "a casa espiritual de Deus". Ele via a Igreja como a casa espiritual de Deus, como a noiva de Cristo, como o Corpo do Senhor Jesus. Seu entendimento sobre a Igreja era muito claro. Ele dizia: "Isso é o coração da história, o coração da redenção". Por isso, costumava dizer: "Há algo maior do que a salvação". Por essa razão, as pessoas se iravam contra ele e diziam que falar desse modo não estava correto, não era bíblico. Mas Sparks sempre respondia: "A salvação não é o fim, mas é o meio para o fim. O fim que o Senhor tem é Sua habitação, é Sua casa espiritual, Sua habitação no Espírito, e a salvação é o meio para nos colocar nessa casa espiritual de Deus."

T. Austin-Sparks foi um grande homem, e os grandes homens têm também grandes falhas. Ele possuía fraquezas, mas a impressão que ficava em quem o conhecia não era dessas fraquezas, mas o fato de que ele sempre magnificava o Senhor Jesus, não apenas por palavras, mas pela sua vida. Sua própria presença trazia algo do Senhor Jesus. Sempre que ele chegava ou falava, recebia-se a perfeita convicção de quão grandioso o Senhor Jesus é. Isso foi algo que o Senhor fez nele de tal forma que sua presença e seu ministério glorificavam o Senhor.

Em abril de 1971, o irmão Sparks partiu para estar com seu amado Senhor, para esperar até o momento em que a esperança da reunião da noiva de Cristo se tornará gloriosa realidade.

George Müller (1805-1898)


O gigante da fé, George Müller (1805-1898), nasceu na Alemanha, e converteu-se com idade de 20 anos numa missão morávia. Foi para a Inglaterra em 1829, onde trabalhou para o Senhor até o final de sua vida.

Em 1830, três semanas depois de seu casamento, Müller e sua esposa decidiram abrir mão de seu salário como pastor de uma pequena congregação, e depender exclusivamente de Deus para suas necessidades. Já desde o início, ele tomou a posição que manteria durante todo o seu ministério, de nunca revelar suas necessidades às pessoas, e de nunca pedir dinheiro de ninguém, somente de Deus. Ao mesmo tempo, decidiu que também nunca entraria em dívida por motivo algum, e que não faria reservas, nem guardaria dinheiro para o futuro.

Durante mais de sessenta anos de ministério, Müller iniciou 117 escolas que educaram mais de 120.000 jovens e órfãos; distribuiu 275.000 Bíblias completas em diferentes idiomas além de grande quantidade de porções menores; sustentou 189 missionários em outros países; e sua equipe de assistentes chegou a contar com 112 pessoas.

Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava na última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.

No decorrer da sua vida, Müller recebeu o equivalente a sete milhões e meio de dólares, como resposta de Deus. Além de nunca divulgar suas necessidades, ele tinha um critério muito rigoroso para receber ofertas. Por mais que estivesse precisando (pois em milhares de ocasiões não havia recursos para a próxima refeição), se o doador tivesse outras dívidas, se tivesse evidência de que havia alguma atitude errada, ou alguma condição imprópria, a oferta não era aceita.

E mesmo quando tinha certeza de que Deus estava dirigindo para ampliar o trabalho, começar uma outra casa, ou aceitar mais órfãos, ele nunca incorria em dívidas. Aquilo que Deus confirmava como sua vontade certamente receberia os recursos necessários, e por isto nunca emprestava nem contraía obrigações sem ter o necessário para pagar.

A seguir um trecho da sua autobiografia, onde ele define sua posição com relação a dívidas:

Minha esposa e eu nunca entramos em dívidas porque acreditávamos que era contrário às Escrituras (Rm 13.8). Por isto, nunca tivemos contas para o futuro com alfaiate, açougue, padaria ou mercado. Pagamos por tudo em dinheiro. Preferimos passar necessidade do que contrair dívidas. Desta forma, sempre sabemos quanto temos, e quanto podemos dar aos outros. Muitas provações vêm sobre os filhos de Deus por não agirem de acordo com Romanos 13.8.

Alguns podem perguntar: Por que você não compra o pão, ou os alimentos do mercado, para pagar depois? Que diferença faz se paga em dinheiro no ato, ou somente no fim do mês? Já que os orfanatos são obra do Senhor, você não pode confiar que ele supra o dinheiro para pagar as contas da padaria, do açougue, e do mercado? Afinal, todas estas coisas são necessárias para a continuidade da obra.

Minha resposta é a seguinte: Se esta obra é de Deus, certamente ele tanto quer como é capaz de suprir todo o necessário. Ele não vai necessariamente prover na hora que nós achamos que deve. Mas quando há necessidade, ele nunca falha. Podemos e devemos confiar no Senhor para suprir-nos com o que precisamos no momento, de forma que nunca tenhamos que entrar em dívida.

Eu poderia comprar um bom estoque de mantimentos no crediário, mas da próxima vez que estivéssemos em necessidade, eu usaria o crediário novamente, ao invés de buscar o Senhor. A fé, que somente se mantém e se fortalece através de exercitar, ficaria mais e mais fraca. No fim, provavelmente acabaria atolado em grandes dívidas, sem perspectiva de sair delas.

A fé se apóia na Palavra Escrita de Deus, mas não temos nenhuma promessa de que ele pagará nossas dívidas. A Palavra diz: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8), e: "Quem nele crer não será de modo algum envergonhado" (1 Pe 2.6). Não temos nenhuma base bíblica para entrar em dívidas.

Nosso alvo é mostrar ao mundo e à igreja que mesmo nestes dias maus do tempo do fim, Deus está pronto para ajudar, consolar, e responder às orações daqueles que confiam nele. Não precisamos recorrer a outras pessoas, nem seguir os caminhos do mundo. Deus tanto é poderoso, como desejoso, de suprir todas nossas necessidades no seu serviço.

Consideramos um precioso privilégio continuar a esperar no Senhor somente, ao invés de comprar mantimentos no crediário, ou de emprestar de bondosos amigos. Enquanto Deus nos der graça, olharemos somente para ele, mesmo que de uma refeição para a próxima tivermos que depender do seu suprimento. Já faz dez anos que trabalhamos com estes órfãos, e ele nunca permitiu que passassem fome. Ele continuará a cuidar deles no futuro também.

Estou profundamente consciente da minha própria incapacidade e dependência no Senhor. Pela graça de Deus, minha alma está em paz, embora dia após dia tenhamos que esperar a provisão milagrosa do Senhor para nosso pão diário.

Fonte: http://www.financasparaavida.com.br/

Análise da Inteligência de Cristo - O Mestre dos Mestres - Augusto Cury



Ao longo da história, muitas pessoas conseguiram com suas idéias mudar o curso da política, da filosofia, da ciência ou da religião. Houve um homem, no entanto, que foi capaz não só de abalar os alicerces do pensamento como de alterar para sempre a trajetória da humanidade. Esse homem foi Jesus Cristo e seus ensinamentos geram frutos há mais de dois mil anos. Suas incomparáveis inteligência e personalidade tornaram-no o perfeito ponto de partida para uma investigação sobre o funcionamento da mente e sua surpreendente capacidade de superação.Em O Mestre dos Mestres, primeiro volume da coleção Análise da Inteligência de Cristo, Augusto Cury faz uma original abordagem da vida desse grande personagem, revelando que sua inteligência era bem mais grandiosa do que imaginamos. Sob o ponto de vista da psicologia, Cury apresenta um fascinante estudo do comportamento de Jesus, iluminando os aspectos mais notáveis de suas atitudes. Quando se esperava que ele falasse, ele silenciava; quando se imaginava que ele puniria, perdoava; quando se achava que ele ostentaria seus feitos, mostrava-se humilde. Quando soube que seria preso, em vez de fugir, Jesus entregou-se ao destino e à morte. Ele viu de perto a fome, a miséria e a dor, mas manteve-se firme em seus propósitos. Tamanha era sua capacidade de gerenciar as emoções que, apesar das inúmeras provações por que passou, Jesus tornou-se o símbolo maior da esperança, do amor, da dignidade e da compaixão. Nestas páginas, você fará uma viagem pelos mistérios da mente do Mestre dos Mestres. Não importam quais sejam suas crenças, sua religião, posição social ou condição financeira, a mensagem de Cristo é universal e fala ao coração de todas as pessoas.



Introdução ao Aconselhamento de Casais - Josué Gonçalves






Aconselhar de forma bíblica e eficaz é o alvo de todos aqueles que desejam ajudar casais a superarem os estágios de crise que, por vezes, assaltam a vida conjugal.
Neste livro você irá aprender qual é o papel da igreja no aconselhamento, quais são os trabalhos que podem ser realizados como prevenção e cura, quais são as qualidades que um bom conselheiro deve ter e como obter mais receptividade e sucesso no aconselhamento.

outubro 03, 2007

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Getsêmani -Leonardo Gonçalves

 
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