janeiro 14, 2009

A Dádiva da Dor

Sinopse:dadivadador
Já imaginou um mundo sem dor?
Há dois fatos da vida que perturbam praticamente todas as pessoas, e com os quais quase todo o mundo tem enorme dificuldade de lidar. Um deles é a inexorabilidade da morte; o outro, a inevitabilidade da dor. Por isso, é mais fácil aceitá-la como desdita em vez de bênção. Fugimos da dor de todas as maneiras possíveis. Viver num mundo imune a ela, portanto, parece ser o lugar perfeito para a civilização ocidental, acostumada a gastar boa parte de seu orçamento em remédios para aliviar todo tipo de dor. Entretanto, em seus longos anos lidando com pacientes acometidos pela lepra, Paul Brand experienciou a tragédia de viver num mundo sem dor, no qual, por total insensibilidade ao toque, homens e mulheres, dia-a-dia, tinham os membros atrofiados, numa automutilação sem fim. Quando ninguém, nem mesmo a classe médica, se importava com os leprosos, Paul Brand, motivado por um forte sentimento de caridade pelos renegados e por uma incontrolável paixão científica, decidiu dedicar sua vida a lidar com aqueles que, paradoxalmente, sofrem por não sentir dor. Em sua investigação, o dr. Brand traçou o mecanismo da dor no ser humano e mostrou a necessidade de compreendê-la melhor. “Ouça sua dor. É seu corpo falando com você”, dizia. Em A Dádiva da Dor, Yancey nos conta como esse simpático doutor colocou a dor em seu devido lugar - uma presente daquele que nos fez para que soubéssemos quando estamos maltratando sua preciosa criação.

Fonte: Semeadores da Palavra

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