dezembro 09, 2010

Alimentando as Ovelhas ou Divertindo os Bodes

(Série de artigos da editora Fiel, disponibilizados pelo projeto Spurgeon)


canvas Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber.
Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.
Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? .Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. (Mc 16.15) . isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: .E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho., assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: .Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? .Vós sois o sal., não o .docinho., algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: .Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: .Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira! . Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: .Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!. Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: .Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos.. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles .transtornaram o mundo.. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.


FONTE: Editora Fiel

novembro 22, 2010

Cartas a um cristão arrasado

 

P8938 "O centro do universo se encontra no lugar que está doendo" (Rubem Alves).
Magoado pela igreja que freqüentava, Pedro enfrentou várias dificuldades e sua mente passou a ser atormentada por dúvidas e questionamentos. Infelizmente, esse tipo de experiência é comum na igreja e a cada dia cresce o número de pessoas feridas em nome de Deus.
Neste livro encorajador, Gene Edwards escreve a Pedro explicando como grupos religiosos machucam as pessoas ao exigir delas submissão e passividade. Com sensibilidade e empatia, o autor ajudará os leitores a superar ressentimentos e fortalecer a fé. Há esperança!

 

Disponibilizado por: Dan

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Revista A Bíblia no Brasil – Edição n°229 Out a Dez 2010

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Revista A Bíblia no Brasil – Edição n°228 Jul a Set 2010

 

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setembro 10, 2010

Doze Cestos Cheios - Watchman Nee

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Neste livro estão contidas doze mensagens de Watchman Nee, Como o título sugere, elas são reminiscências dos fragmentos recolhidos após o Senhor ter alimentado às multidões.

Além de precioso alimento espiritual, estas mensagens são de grande ajuda para aqueles que almejam uma vida mais plena da experiência de Cristo.

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Romanos: Notas Explicativas - John Wesley

As Notas de John Wesley ao Novo Testamento constituem parte das fontes quegrd_1710 definem nossas doutrinas. Somente agora, pelo esforço do Prof. Reily, é que aparecem em português. Para os pesquisadores do Metodismo, ao iniciar a tradução das Notas por Romanos, o Prof. Reily escolheu um livro que marca profundamente as raízes do Metodismo e a vida do próprio John Wesley. Não podemos esquecer que a experiência do “coração aquecido” de Wesley se deu ao oouvir o comentário de Lutero aos Romanos. Por isso, esta obra é mais uma contribuição efetiva do Prof. Reily ao Metodismo no Brasil.

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O Hospital de Cristo - C. H. Spurgeon

nova_c10 “Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas."
Salmo 147:3
Tantas quantas vezes temos lido este Salmo, invariavelmente tem nos causado uma grande impressão o contexto no qual se encontra este versículo, e especialmente sua conexão com o versículo seguinte. Leiam os dois textos de forma direta: "Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas. Conta o número das estrelas, chama-as a todas pelos seus nomes”.
Quanta condescendência e grandeza! Quanta piedade e onipotência! Quem conduz esses mundos poderosos em órbitas quase imensuráveis, é também o Médico das almas humanas, e se inclina aos corações quebrantados, e com Seus próprios dedos cheios de ternura, fecha a ferida aberta e liga ela com emplasto de amor. Pensem nele; e se eu não puder falar, como desejo fazer, sobre o maravilhoso tema da condescendência, ajudem-me com seus pensamentos para eu fazer reverência ao Criador das estrelas, que é, ao mesmo tempo, o Médico dos corações quebrantados e dos espíritos feridos.
Créditos : Gospel Book

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A Serpente de Bronze Levantada - C. H. Spurgeon

“E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que,capa_n10 picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.” Nm 21:9
Este sermão, quando impresso, virá a ser o número 1500 dos que têm sido publicados com regularidade, semana após semana.
Esse é um feito extraordinário. Não conheço nenhum outro caso em que 1500 sermões tenham sido impressos e tenham conseguido atrair um grande número de leitores. Desejo expressar meu profundo agradecimento a Deus por sua Divina ajuda em conceber e expressar esses sermões, que não foram somente impressos, mas lidos com avidez e também traduzidos para outras línguas. Eles são lidos publicamente, neste mesmo domingo, e em centenas de outros lugares onde não se tem um ministro. Esses sermões são benção para conversão de muitas almas.

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A Oração mais Curta de Pedro - C. H. Spurgeon

nova_c10 Vou falar para vocês sobre as características desta oração, com a esperança de que muitas pessoas, que, todavia não tenham orado corretamente, esta oração como sua nesta noite, para que silenciosamente suba de muitas pessoas presentes este clamor: "Senhor, salva-me!"
Onde disse Pedro essa oração? Não foi num lugar destinado a adoração pública, nem em seu próprio lugar de oração privada; Pedro fez essa súplica quando estava afundando nas águas do Mar da Galiléia.

 

 

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A Conseqüência da Soberania Divina - C. H. Spurgeon

Nenhuma doutrina em toda a Palavra de Deus tem excitado mais o ódio dacapa_c10 humanidade que a verdade sobre a absoluta soberania de Deus. O fato de que "O Senhor reina" é indiscutível - e é este fato que resulta na maior oposição do coração humano não renovado. "Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas." Nós sabemos o que o Senhor pensa à respeito da rebelião contra Ele. — "Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará. " Não estejamos, amados, entre aqueles que se recusam a acreditar nesta grande verdade de Deus, mas humildemente nos curvemos perante este temível Soberano, que faz o que Ele quiser entre os exércitos do Céu e entre os habitantes deste mundo inferior.

 

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A Inclinação da Carne é Inimiga de Deus - C. H. Spurgeon

nova_c11 Esta é uma denúncia muito solene que o apóstolo Paulo formula contra a mente carnal. Ele a declara como inimiga de Deus. Quando relembramos o que o homem foi uma vez, considerado apenas um pouco menor do que os anjos; aquele companheiro que passeava com Deus no jardim do Éden durante o dia. Quando pensamos que o homem foi criado à imagem de seu Criador, puro, sem mancha e imaculado, não podemos nos sentir nada menos do que amargamente afligidos ao descobrir uma acusação como esta, proferida contra nós como raça. Devemos pendurar nossas harpas sobre os salgueiros ao ouvir a voz de Deus, quando fala solenemente à Sua criatura rebelde.

 

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agosto 05, 2010

Partitura do Hino “A Marcha para o Reino”

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Partitura do novo hino “A Marcha para o Reino”, ensinado na Conf Jovens Jul/10.

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agosto 03, 2010

Histórias da Bíblia para crianças Vol 2 – Ethel Barrett

Histórias cia Bíblia… em ritmo cativante e com abundância de ação.dpwac8
Como seria importante que seus filhos dessem o devido valor à Palavra de Deus e resolvessem eles mesmos lê-la! O problema está em como conseguir que façam isso.
Este delicioso livro de histórias bíblicas, escrito por Ethel Barrett, mestra na arte de narrar histórias é um excelente ponto de partida. A autora faz com que as pessoas e os acontecimentos da história bíblica adquiram vida. A autora tem um jeito peculiar de falar aos pequenos ouvintes sobre passagens conhecidas das Escrituras Sagradas bem como sobre algumas não muito conhecidas, e o faz de modo a facilitar a compreensão do texto bíblico.
Ethel Barrett escreve como fala: em ritmo cativante e com abundância de ação, exatamente ao gosto das crianças.
Digitalizado por: Levita Digital

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julho 16, 2010

O Conquistador de Almas - C. H. Spurgeon

nova_i17 Neste livro, o renomado pregador da Palavra de Deus, Charles Haddon Spurgeon, expõe de forma clara e explícita a natureza e os aspectos principais da obra de ganhar almas para Cristo.
Diz ele: Ganhar almas é a principal ocupação do ministro cristão. Na verdade, deveria ser a principal atividade de todo o verdadeiro crente.
E outro grande servo de Deus no passado se expressou da seguinte maneira: Não há maior honra do que ser um instrumento nas mãos de Deus para resgatar almas do reino de satanás e conduzi-las para o reino de Deus.
Portanto, cultivemos a arte de conquistar almas para Cristo, embora tenhamos que enfrentar dificuldades, sofrer perseguições e suportar duras provas. Aquele que ganha almas, sábio é (Provérbios 11:30).
CRÉDITOS: GOSPEL E-BOOKS
DIGITALIZADO : MAZINHO

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Sermões do Ano de Avivamento - C. H. Spurgeon

Charles Haddon Spurgeon, filho de um pastor calvinista independente, nasceu em sermoe10 Kelvedon, Essex, na Inglaterra em 1834. Seus grandes dons como pregador não tardaram em manifestar-se. Com a idade de apenas 16 anos já encontramos o jovem Spurgeon pregando em diferentes congregações independentes. Toda a Londres se deu conta do novo pregador a ponto de os jornais anunciarem que "desde os tempos de Wesley e Whitefield não havia existido um interesse religioso tão profundo". Por mais de 30 anos, Spurgeon deu poderoso testemunho da verdade evangélica. As conversões foram incontáveis, e tanto na Inglaterra como na América seus sermões impressos se tornaram um meio maravilhoso de bênção para milhões de almas. A sua gloriosa carreira terminou em 1892, quando contava com 58 anos de idade. A notícia da sua morte ocupou a primeira página dos jornais ingleses e europeus, e com ele morria "o último dos puritanos". O poder do ministério de Spurgeon residia em sua teologia. Ele redescobriu o que a Igreja por muito tempo havia esquecido – o poder evangélico das chamadas doutrinas calvinistas. Seu ministério constitui um poderoso testemunho da única verdade salvadora.
CRÉDITOS : GOSPEL BOOK

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junho 22, 2010

Falsos Mestres e Mestres Enganados

Há uma diferença entre falsos mestres e mestres enganados. Há muitos mestres 2caminhos2 enganados entre os mais dedicados mestres hoje em dia, porque não reconhecem que um exército de espíritos ensinadores tem-se apresentado para enganar o povo de Deus e que o especial perigo para a parte mais espiritual da igreja está no campo sobrenatural, de onde os espíritos enganadores, com ensinamentos, estão sussurrando suas mentiras a todos os que são “espirituais”, Isto é, abertos a coisas espirituais. Os espíritos ensinadores com suas doutrinas farão todos os esforços para enganar aqueles que têm de transmitir “doutrina,” e buscam mesclar seus “ensinamentos” com a verdade, para fazer com que sejam aceitos. Hoje em dia, todo crente deve provar seus mestres por si mesmos, pela Palavra de Deus e de acordo com a atitude deles em relação à redentora cruz de Cristo e a outras verdades fundamentais do evangelho, e não ser levado a provar o ensino pelo caráter do mestre. Bons homens podem ser enganados, e Satanás precisa de bons homens para fazer com que suas mentiras passem por verdades.

(Extraído do livro guerra contra os santos de Jesse Penn-Lewis)

junho 21, 2010

Momentos de reflexão

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Hoje no mundo há uma fome de Deus, e o propósito da encarnação de Cristo foi resolver esse assunto. O homem pode buscar muitas coisas, mas, lá no fundo, o que todos procuram é satisfação. Todo o entretenimento humano compõe-se de atos desesperados do homem cujo objetivo é aplacar a fome que não para de reclamar por Deus. O que todo o homem buscam está em Cristo como o Pão da vida.

Governo

Quando ninguém pode governar sobre você, Cristo, como o Rei dos reis será capaz de governar. Quando ninguém mais pode governar você – nem seus pais, seu cônjuge ou seus filhos – o Reis dos reis fará algo. Simplesmente invoque o nome de Jesus. Se o fizer, desfrutará o Salvador, a salvação, a presença de Deus, e também a realeza de Jesus. Jesus, o Rei, nascerá em você, e Ele estabelecerá Seu reino em você.

Graça

A graça é o próprio Deus vindo por meio de Cristo para ser a vida e tudo para o homem. Isso ele fez sem preço. Devemos lembrar que não houver custo para nós, mas Cristo pagou um alto preço. Ele pagou o preço quando deixou a glória para encarnar-se e viver como um simples homem; pagou o preço quando, mesmo sendo justo e santo, ter sido condenado e levado a cruz como se fosse um criminoso qualquer; pagou o preço quando todo o Seu sangue fluiu do corpo; pagou o preço quando morreu por aqueles que Ele veio salvar.

Os tipos de pessoas

Há três grupos de pessoas: a multidão, os discípulos e os apóstolos. A multidão é caracterizada em acompanhar o Senhor por causa do pão e do peixe que Ele pode dar e da cura que pode operar. Um discípulo é caracterizado por amar a pessoa e o ensinamento do seu mestre. Os apóstolos por outro lado, são aqueles que amam e cooperam com o Senhor em Sua obra de pregar o evangelho em toda terra habitada.

A alegria

A alegria é o resultado do encontro do Criador com a criatura, é o resultado de o homem recebê-lo para dentro de si. Não estamos falando da alegria proveniente de ganhar uma grande soma de dinheiro, obter um título acadêmico, fazer uma viagem ou beber o vinho que o mundo oferece. Toda alegria que não tem Cristo como base oscila segundo as circunstâncias.

Extraído da secção refletindo do jav 210

maio 17, 2010

Revista A Bíblia no Brasil – Edição n°227 Abr a Jun 2010

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O Ato Conjugal – Tim e Beverly Lahaye

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“O livro mais completo que conheço sobre a beleza do amor sexual; um livro que parte de princípios ensinados na Palavra de Deus. As perguntas que mais preocupam são respondidas com informações precisas e explícitas. Os problemas comuns também são esclarecidos de forma bastante objetiva e prática.
Esta obra será uma grande bênção, ajudando os casais a enriquecerem seu casamento na área sexual, como Deus planejou desde o início.”
Dr. Jerry Stanley Key
Professor de Homilética e Religiões
Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil

“Este livro vai se tornar a melhor ferramenta para todos que desejam aprender sobre esta importante área da vida conjugal. Os noivos e os casados (não importa há quanto tempo estejam casados) precisam ler este livro.”
Pr. Ary Velloso
Conselheiro Familiar
Missionário da SEPAL

“A matéria vem numa hora de grande necessidade, quando cada vez mais aumenta o número de problemas e conflitos conjugais originados do mau relacionamento marido-mulher.”
Pr. Antônio Gilberto
Pastor, tradutor, escritor, professor
Assembléias de Deus

“É o livro que faltava no meio evangélico, para desfazer tabus, preconceitos e ignorâncias. Coloca o tema dentro da real perspectiva bíblica e da necessidade prática. Os lares cristãos vão melhorar!”
Pr. Reuel P. Feitosa
Diretor, Desafio Jovem Peniel

Digitalizado por : Karmitta

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O que são Mensagens Subliminares

O material que o caro amigo tem em mãos é meu segundo trabalho, que 123wtn8 chamo: Livro de Bolso. E leva esse nome (livro de bolso), pelo formato e preço pequeno. Entretanto, não significa que seu valor literário seja proporcional a seu tamanho. Garanto a você que o material contido nesse livreto ser-virá para sua vida, e você tratará os assuntos aqui escritos, com mais cuidado e vigilância.
Não se trata de um livro crítico a esse ou aquele desenho, artigo, ou propaganda de tv. Mas, quero passar ao caro leitor algo já comprovado, e o que é pior, vem para ferir, manipular e iludir as pessoas.

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Disciplina e Recompensa

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Você crê que a salvação é eterna?

Se crê, você então acha que pelo fato de estarmos salvos eternamente, podemos viver relaxadamente nesta terra?

Lendo este livro você vai descobrir as respostas que, sem dúvida, vão ajudá-lo a avançar na carreira espiritual.

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abril 22, 2010

Um novo calendário pode ser estabelecido no mundo até 2012‏

25 de março de 2010 - A Associação Mundial de Calendários propôs, calendario recentemente, um novo tipo de cálculo para o calendário que se baseia na versão do Calendário do Mundo, que quase foi adotada pela ONU em 1950. O presidente da Associação, Wayne Richardson, disse que o novo cálculo pode começar a partir de 2012. Ele acredita que o atual calendário gregoriano, adotado em 1582 - é inútil; é mais longo que o astronômico 26 segundos (durante 3323 anos esta diferença irá atingir vinte e quatro horas), e a diferença no número de dias, semanas, meses, trimestres e semestres cria dificuldades para os cálculos econômicos e estatísticos. Richardson está convicto de que a resistência em reformar o calendário é resultado de preconceito.

Os idealizadores da introdução do novo calendário acreditam que o ano deve conter de 365 dias. Ao mesmo tempo, cada ano, que começa num domingo, deve ter um dia extra, o segundo sábado. Além disso, cada novo mês deve começar somente na segunda-feira e para compensar o aumento do número de dias, será preciso distribuir este excedente de modo que os meses de fevereiro, maio, agosto e novembro contarão 35 dias. Para todos os meses restantes, porém, propôs-se uma redução para 28 dias. Tal situação pode dar-se-á justamente no ano 2012. Agora o «Calendário Simétrico» será submetido à comprovação. Sua versão final será proposta para a discussão na ONU.

Vale lembrar, a este propósito, que algumas das Igrejas Ortodoxas (Jerusalém, Rússia, Geórgia, Sérvia, e os mosteiros do Monte Athos) se recusaram a usar o calendário gregoriano introduzido pelo Papa Gregório XIII, em 4 de Outubro de 1582, permanecendo com o calendário juliano (chamado de «velhos calendaristas»). Todas as outras Igrejas Ortodoxas Autocéfalas (exceção à da Finlândia) valem-se do calendário Juliano revisado, ou seja, celebram-se todas as festas fixas no calendário gregoriano, e a Páscoa, de acordo com o juliano.

[Fonte: Regions.Ru]

Entendendo melhor: Que calendário é esse?

Calendário de 13 Luas

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. (Daniel 7 : 25)

O número 13 tem um significado terrível no ocultismo, e pode ser a data de alvo secreta para o aparecimento do Anticristo e/ou a convocação para conferências religiosas, políticas e comerciais.

Treze (13) é considerado “sagrado” porque é formado pela adição do seis (o número da alma do homem) com sete (um dos números perfeitos) Entretanto, 13 é o número que Deus atribuiu a Satanás! Os Dias Sagrados na primavera pagã são 30 de abril e primeiro de maio. Agora, some os números que formam essas datas (3+4=7; 5+1=6; quando você soma seis com sete, obtém treze, o número de Satanás). Também não foi acidente que Hitler escolheu o ano 1939 para iniciar a Segunda Guerra Mundial, porque 39 é formado pela multiplicação de 13x3. Assim, você pode ver como a história humana tem sido moldada pela crença ocultista no poder dos números.


De quem depende que se faça a mudança?
Do povo - e depois, a ONU (ou qualquer corpo governamental que exista na altura da mudança). A ONU e a UNESCO já receberam toda a informação sobre este assunto da mudança para o calendário das 13 luas. O secretário-geral da ONU, Kofi Anan, ja deu a sua opinião de que esta era uma boa ideia porque partia da vontade do povo.


Porque é importante que se adote em vez do Calendário Gregoriano?
O que propomos que se adopte em vez do Calendário Gregoriano é o Calendário das 13 Luas/28 dias. Este é um verdadeiro sincronómetro perfeitamente harmonioso – cada mês, ou melhor, lua, tem exactamente 28 dias, quatro semanas perfeitas de 7 dias, treze vezes por ano. Isto perfaz uma soma de 364 dias ou 52 semanas perfeitas. Cada mês é um espelho perfeito de cada mês. Assim, este calendário 13 luas/28 dias é um padrão de medida perfeita. O último dia – o 365 - não á um dia de semana nem de lua, e por isso, chama-se a este dia, o dia fora do tempo, e corresponde à data gregoriana de 25 de Julho. Neste dia há festivais mundiais para celebrar "o tempo é arte" e para o perdão universal.
Pelo contrário, o calendário gregoriano não tem padrão – é uma colecção de 12 meses irregulares em duração, com nomes irracionais, onde as semanas não correspondem à duração dos meses. Esta confabulacão não científica que aceitamos como um dogma, cria uma confusão no inconsciente colectivo, e por consequência este calendário, programa a sociedade com valores não harmónicos e irracionais. Por esta razão, a sociedade moderna caracteriza-se por contradições internas que não se podem superar, e que termina no caos social, guerra e ainda terrorismo. É para corrigir esta situação tão lamentável que temos de adoptar o calendário 13 luas/28 dias.


Como chegou a conhecê-lo e a descodificá-lo?
Agora posso dizer que chego a este conhecimento como um princípio ou assunto do destino. Este tipo de tarefa vem desde o nascimento. Não se escolhe este trabalho.Este trabalho espera por ti. Portanto, desde os meus primeiros anos de vida que tive uma predisposição para entender a sabedoria dos antigos mexicanos e especialmente dos Mayas. Esta coisa da descodificação também é uma forma de memória. Pouco a pouco, realizo-me como um navegante maia galáctico que assumiu nesta vida este corpo e nome com o fim de cumprir uma missão cósmica que conhecia antes de nascer.


Em que pode beneficiar a humanidade com a sua utilização?
Como disse na resposta anterior, a humanidade pode beneficiar na medida em que arruma a sua mente e muda a sua noção de tempo de uma forma cada vez mais harmoniosa, alterando os valores da irracionalidade e medo para os de harmonia cósmica e amor incondicional para toda a vida. Também conduz da vida mecânica e materialista para uma vida orgânica e cósmica.

(Falsa Paz e Tranquilidade).

Crê que as vontades do Mundo estão dispostas a alterar o status quo?
Talvez não neste momento, porque os líderes estão ocupados com questões de guerra, economia e terrorismo. Mas numa altura catastrófica, não muito longe no futuro, talvez possam entender a oportunidade para a paz e harmonia que apresenta a adopção deste calendário. Também se trata de um assunto evolutivo; podemos dizer que o Calendário Gregoriano é o calendário da História e o Calendário das 13 luas/28dias é o Calendário da pós-História. Por isso é que é importante que seja o povo que mude o calendário, porque a evolução não pode esperar pela mudança dos governos. E este é o ponto importante: Pela primeira vez na História, há um movimento popular que está a adoptar um novo calendário independentemente do que pensem as autoridades.


Deve ser abrupta ou gradual a mudança de calendário?
Agora é a pouco e pouco e por zonas do mundo – como na América Latina ou Japão. Mas eventualmente, deve ser abrupta como o instrumento de chamar para um fogo universal para observar a mudança para o Novo Tempo – tempo de paz com um Novo calendário de paz. Por isso é que que temo aquilo a que se chama o plano de paz para a mudança para o calendário das 13 Luas. Estamos prontos para a Paz e temos um caminho de Paz.

abril 14, 2010

A tendência oposta a Deus

Tendo sido cada um de nós escravos do pecado, acreditamos de imediato que as coisas pecaminosas são de Satanás; porém, acreditamos de igual modo que as coisas do mundo são satânicas? Creio que muitos de nós ainda estamos vacilantes com relação a isso. No entanto, a Escritura afirma de modo claro que “o mundo inteiro jaz no maligno” (1 Jo 5:19).Satanás sabe muito bem que, de modo geral, tentar seduzir cristãos verdadeiros através de coisas que são indubitavelmente pecaminosas é vão e infrutífero. Eles geralmente percebem o perigo e escapam. Assim, ao invés disso ele planejou uma atraente rede, cujas malhas são tão habilmente tecidas que enganam o mais inocente dos homens. Nós evitamos concupiscências pecaminosas, com boas razões, mas quando se trata de coisas tão aparentemente inócuas como ciência, artes e educação como perdemos facilmente nosso senso de valores e tornamo-nos vítimas das seduções de Satanás!
Contudo, a sentença de julgamento de Nosso Senhor indica claramente que tudo o que faz parte do “mundo” está em desacordo com o propósito de Deus. Suas palavras, “agora é o julgamento deste mundo”, indicam de modo claro a condenação de tudo o que constitui o kosmos, e não teriam jamais sido pronunciadas, se não houvesse algo radicalmente errado com ele. Mais adiante quando Jesus continua, “agora o príncipe deste mundo será expulso”, Ele não está simplesmente enfatizando a relação íntima entre Satanás e a ordem mundial, mas o fato de que a sua condenação está relacionada com a dele. Reconhecemos que Satanás é hoje o príncipe da educação, ciência, cultura e artes, e que estas, como ele, estão condenadas? Reconhecemos que ele é o verdadeiro mestre de todas as coisas que, juntas, formam o sistema mundial?
Quando se menciona um salão de baile ou um clube noturno, nossa reação como cristãos é de desaprovação instintiva. Para nós isso é o “mundo” por excelência. Quando, contudo, indo ao outro extremo, se a ciência médica ou serviço social estiverem sendo discutidos, tal reação pode ser completamente inexistente. Estas coisas merecem nossa aprovação tácita, e talvez nosso apoio entusiasta. E entre estes extremos, há uma multidão de outras coisas, variando grandemente em sua influência para o bem ou o mal, entre as quais provavelmente nenhum de nós concordaria quanto ao lugar exato onde traçar uma linha divisória. Porém, encaremos o fato de que foi pronunciado julgamento por Deus, não sobre certas coisas escolhidas que pertencem a este mundo, mas imparcialmente sobre todas elas.
Faça um teste você mesmo. Se por acaso se aventurar em uma das áreas aprovadas, então alguém lhe disser: “você entrou em contato com o mundo”, ficaria impressionado? Nem um pouco provavelmente. Seria preciso que alguém a quem você realmente respeita lhe dissesse muito direta e sinceramente: “Irmão, você ficou envolvido com Satanás aqui!” para que você ao menos hesitasse. Não é assim mesmo? Como você se sentiria se alguém lhe dissesse: “você entrou em contato com a educação” ou “você entrou em contato com a ciência médica” ou “você entrou em contato com o comércio”? Reagiria com a mesma cautela que teria se tivesse dito: “você entrou em contato com o diabo?” Se realmente acreditássemos que, sempre que entremos em contato com qualquer dessas coisas que constituem o mundo, nós entramos em contato com o príncipe deste mundo, então a terrível gravidade de estar envolvido, seja como for, com as coisas mundanas, não deixaria de atingir-nos. “O mundo todo jaz no maligno” — não uma parte dele, mas todo o mundo. Não pensemos sequer por um momento que Satanás opõe-se a Deus somente através do pecado e carnalidade nos corações dos homens; ele faz oposição a Deus através de cada coisa mundana. Sim, concordo com você quanto ao fato de que as coisas do mundo são todas em certo sentido materiais, sem vida, intrinsecamente sem poder para prejudicar-nos; contudo, até mesmo isso deveria sugerir por si próprio que elas são resistentes ao propósito de Deus, como é na realidade tudo em que não haja o toque da vida divina.


Fonte: "Não ameis o mundo" de Watchman Nee

abril 06, 2010

As exigências de Deus

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Volvendo a nossa atenção às “realidades da vida e as verdades fundamentais”, Spurgeon aqui neste opúsculo apresenta as exigências de Deus em relação a nós e indaga:
1. NO QUE SE BASEIAM AS EXIGÊNCIAS DE DEUS?
2. COMO TEMOS NOS COMPORTADO DIANTE DAS EXIGÊNCIAS DE DEUS?
3. QUANDO AS EXIGÊNCIAS DE DEUS SÃO CONSIDERADAS, COMO ELAS NOS INFLUENCIAM?
O famoso pregador nos mostra que o homem mais feliz no mundo é aquele que serve a Deus. Também nos mostra que tipo de homem é esse.

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março 03, 2010

A verdade sobre a Páscoa

Nós, os servos de Deus, fomos alcançados pela Sua misericórdia e libertos da escravidão do pecado. (“Mas cordeiro receba cópia damos graças a Deus porque vocês, que antes eram escravos do pecado, agora já obedecem de todo o coração às verdades que estão nos ensinamentos que receberam.” Rm 6:17) Vivemos nesta terra como retirantes estrangeiros, aguardando o momento de partimos em definitivo para a pátria celestial e estarmos eternamente com o Rei dos reis. Nesta jornada em direção aos céus é de suma importância manter-nos isentos das práticas e costumes comuns ao homem natural e firme na obediência à vontade de Deus; superando as muitas lutas, tentações e provações. O Senhor afirma: “... o mundo inteiro está debaixo do poder do diabo.”(1Jo 5.19) O diabo é o imperador deste mundo e dita as regras, os resultados comprova-se na falta de amor e nas barbaridades que os homens cometem entre si; nas loucuras praticadas contra Senhor; e na igreja que aos poucos vai assimilando e cristianizando práticas pagãs, é o inimigo minando as forças, afastando o homem do Senhor.

A Páscoa é uma comemoração muito importante na vida do crente, ela é sinônima de libertação (Ex 12:17, 42; Dt 16.3) entende-se também como início de novos rumos, da nova caminhada em direção a uma vida santa e segundo o coração de Deus. Sua instituição foi ordenada por Deus (Ex 12.1,2 e Jo 2.23), a observação pelos filhos de Deus deve ser contínua (Ex 12.28,50), a exemplo do Senhor Jesus, que junto a seus discípulos a comeu (Mt 26,17-20).

Usurpar-se da glória de Deus é a luta constante do diabo e, para tal, usa dos mais diversos meios. Em relação ao mover libertador de Deus (páscoa), o inimigo apresentou à igreja uma série de costumes e práticas pagãs, que imediatamente foram cristianizadas e incorporadas. Para comemorar a Páscoa, Coelhos e ovos de chocolate! Muitos desconhecem ou desconsideram a simbologia que os sustentam; são várias lendas, todas apontam para o fato de serem instituídos para louvor de determinada divindade; isto é o suficiente para que sejam eliminadas do arraial dos santos. O diabo chegou ao extremo de colocar um coelho (animal listado entre os impuros, lado a lado com os porcos e outros. Ver: Lv 11.6 e Dt 14.7,8), como representação do Senhor Jesus (o cordeiro). E todos concordam! É lamentável ver esta tradição extremamente viva no meio de muitas denominações.

Igreja do Senhor Jesus Cristo é tempo de acordar para a voz do Espírito Santo e permitir a sua ação, limpando o acampamento, destruindo os “deuses do lar” (Is 31.7) e objetos amaldiçoados; para que haja paz no meio do arraial. Fechar as porta para o diabo e suas estratégia é uma ordem do Senhor Deus.

Como comemorar a Páscoa do Senhor?

“Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” Ex 12.14

A igreja na qual sirvo o Senhor, foi instruída por Ele a comer à páscoa nos termos descritos por Moisés em Êxodo 12. Amado, você que é um líder do Senhor nesta terra é tempo de tirar os fardos da sabedoria de sobre os ombros e colocar-se em exclusiva sintonia com o Espírito de Deus, ouvindo a Sua vontade, materializando-a. Prepare o cordeiro, assado com ervas amargas e reunidos na presença do Senhor, coma para a honra e glória de nosso Deus.

“O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito... naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão... Por sete dias, não se ache nenhum fermento nas vossas casas... Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações, comereis pães asmos.” Ex 12.5,8,19 e 20

E assim é feito em nosso meio. Um cordeiro é preparado, assado no fogo e comido com pães asmos e ervas. Oh graças! É a exteriorização de nossa alegria, de nosso amor pelo Senhor Jesus Cristo. Que nos amou primeiro e deu-Se em sacrifício por nós.

Alguns aspectos que devem ser observados na celebração desta páscoa:

a) Purificação:

“Porque havia muitos na congregação que não se tinham santificado; pelo que os levitas estavam encarregados de imolar os cordeiros da Páscoa por todo aquele que não estava limpo, para o santificarem ao SENHOR.” 2Cr 30.17 (veja também: Jo 11.55):

A santificação e purificação da vida é uma ordem, que deve ser observada por todos. Seja sacerdotes (pastores e autoridades da igreja) ou a congregação. Era preciso estar limpo para participar da celebração e comer do cordeiro pascal. O Impuro jamais participava da mesa. A preparação requerida era muito séria, incluía: orações, jejuns e outras formas de purificação. Santificação é uma palavra quase em desuso no meio cristão. Notadamente, a igreja tem andado de mãos dadas com o mundo, afinal tudo é natural e normal, costumes e práticas são adaptadas e inserida. Infelizmente, a Palavra de Deus é encaixada nas muitas doutrinas, moldada segundo o interesse de casa denominação. Quando, a ordem correta, seria, encaixar-se na Palavra santa.

“Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.” Lv 20:7

“Porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1Pd 1:16

b) Excluíam o fermento:

“...não comerás levedado; sete dias, nela, comerás pães asmos... Fermento não se achará contigo por sete dias, em todo o teu território...” Dt 16.3,4 (veja também: Ex 12.19,20)

Nesta fase preparatória, de purificação, o fermento era totalmente excluído da alimentação, devido a sua significação (pecado). É perfeitamente válida esta palavra e na semana que antecede a esta tão importante celebração, todos os produtos que levam fermento em sua composição são excluídos da dieta diária. É provável que você questione tal posicionamento, talvez até evocando o fato de não mais estarmos sujeitos à lei. Não o julgo, de forma alguma. Eu aprendi do Senhor que a fé é primordial. Se você crer que Deus fala em tua igreja, não há porque questionar a vontade dEle. E assim tenho agido e nestas coisas, tenho visto o poder do Eterno.

c) Ofertar:

“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote.” Lv 23.10,14

Quando os israelitas iam comer a páscoa, era costume trazer uma oferta ao Senhor, naquela época geralmente produtos da terra. Trazer oferta voluntária ao Senhor ainda precisa ser praticado. Mas, além da oferta material, seja você uma oferta viva ao Senhor, entregando-se como instrumento, santo, puro e cheio do Espírito Santo nas mãos do Senhor, para que Ele o use segundo o seu querer.

O diabo ao longo dos séculos vem travando uma luta extremamente violenta contra o reino dos céus, faz uso de todas as suas armas para implantar o seu reino, e tem conseguido êxito. Em algumas oportunidades a sua forma de agir é explícita, todos olham e vêem; outras, as estratégias estão camufladas, e apenas os que “têm olhos” (espirituais) podem ver a ação devastadora do maligno. Em relação à páscoa a estratégia é camuflar o mal, desvirtuar o objetivo principal tomando para si a glória do Senhor Deus. Para alcançar este fim usa de meios “inofensivos” e com grande apelo visual e emocional (ovos e coelhos). Somente aqueles que tem os “olhos abertos” conseguem ficar isentos, não se deixam envolver pela artimanha maligna.

Embora o nome "Páscoa" semanticamente derive do termo “Pessach” (do hebraico ‘passagem’), a festa cristã da Páscoa está muito longe do Pessach descrito na Bíblia. Apenas para facilitar a identificação, chamaremos de “Páscoa romana” a festa cristã, e manteremos o nome “Pessach” para o festival bíblico. O objetivo deste artigo é verificar se a “Páscoa” cristã é uma festa aprovada pelo Eterno Deus das Escrituras/Bíblia.

1 – ORIGEM DA PÁSCOA ROMANA

Sabemos que atualmente a “Páscoa romana” sofre alterações a cada ano. Tal fenômeno é explicado assim, em Schaff-Herzog Ency. O conhecimento religioso, Vol. 2, p. 682:

“A presente variação de tempo foi estabelecida pelo Romanismo primitivo misturado com um festival pagão muito antigo da primavera para a deusa da primavera. Esta data foi fixada no domingo imediatamente após o 14º dia da lua pascal que aconteceu sobre ou primeiramente após o equinócio vernal.”
No Concílio de Nicéia, mais uma vez vemos Roma adulterando as datas das Festas do Eterno Deus de Israel, para se distanciarem dos judeus, e coincidirem com os cultos aos deuses venerados pelo rei Constantino e sua turma.

2 – A “DEUSA” DA PRIMAVERA

A Babilônia "rainha dos céus," Semeramis, esposa de Nimrod, é a precursora de uma série de “divindades” de diferentes culturas: Astarte e da Vênus dos gregos, Juno do latin, Ashtoreth dos Sidonianos, Ishtar dos Babilônios, e de Eostre, deusa da primavera, dos primitivos Anglo-Saxões. Os druidas possuíam festivais religiosos em sua honra e ao deus-sol em Abril, chamando de a “Easter Monath”. É desta expressão que vem a palavra “Pascoa”, que vergonhosamente foi colocada como tradução de “Pessach” em algumas traduções populares da Bíblia para o Inglês chama-se ‘Easter’ (como a King James, por exemplo).

A deusa Ishtar, ou Eostre, foi adorada como sendo a deusa do amor e da fertilidade, e como a vida da natureza. Na mitologia babilônica esta " rainha dos céus " foi adorada como a deusa do impulso sexual. Na Enciclopédia Hastings de Ética Religiosa, p. 117, nós lemos sobre essas " antigas páscoas":

“Um banquete de primavera com celebração, festa. Estas ocasiões eram marcadas com uma grande liberação sexual.” Esta é a maligna adoração fálica à qual o Eterno Deus de Israel se refere em Isaias 57:5-8 e Ezequiel 16:17. Os " bosques" mencionados como os "lugares altos" onde Israel freqüentemente se prostituia em idolatria (Salmos 106:28-39) eram as imagens e os lugares onde aconteciam esses festivais para a "rainha dos céus”. A palavra " bosques," encontrada quarenta vezes na versão King James em inglês vem da palavra hebraica “asherah” e é associada sempre com a adoração de Astarote, aliás Ishtar, Eostre, Easter, a deusa da primavera.

3 – ORIGEM DA “QUARESMA”

A chamada "quaresma” é uma prática de origem puramente babilônica. No inglês, esta época é chamada de “Lent Season”, e vem da palavra saxônica "Lenct", significando "primavera. " As religiões pagãs primitivas do México também comemoram quarenta dias em abril. A origem desta comemoração está nos quarenta dias no equinócio vernal em Abril, celebrados pelos adoradores do demônio do Curdistão, em honra ao deus-sol. Esta prática foi trazida da Babilônia em 2000 AC. Sua origem está no “lamento por” Tamuz. O deus-pagão Tamuz era supostamente a reencarnação do marido de Ishtar/Semíramis, chamado Nimrode. Na primavera, celebrava-se o renascimento dos mortos. Era um tempo de lamentação seguido por um dia de alegria. O Eterno Deus condenou Israel por tomar parte nessa celebração como vemos em Ezequiel. 8:13-14: Ele me disse, " Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem. " Então trouxe-me à porta da casa do SENHOR que estava para o norte, e estavam ali mulheres sentadas chorando a Tamuz.

4 - COSTUMES MODERNOS DE PÁSCOA

Uma boa pergunta: que conexão tem colombas pascais, ovos, coelhos e roupas novas com a ressurreição de Yeshua HaMashiach/Jesus o Messias? Obviamente que a resposta é: Absolutamente nada! A origem moderna da "Colomba pascal", um bolo feito em forma de cruz, é suficientemente explicada em Jer. 7:18; 44:17-19:

“As crianças recolhem a madeira e os pais acendem o fogo e as mulheres preparão sua massa de pão, para fazer bolos à rainha dos céus e para derramar as oferendas de bebida a outros deuses, isto eles fazem para provocar Minha ira, diz o SENHOR”

A ira de DEUS está certamente sendo provocada quando os que se dizem seus seguidores praticam costumes pagãos em relação à ressurreição de Seu filho amado Jesus Cristo.

4.1 – OVOS DE CHOCOLATE

O costume de dar ovos em Abril provavelmente vem da teologia e dos costumes encontrados entre os egípcios, persas, gauleses, gregos e romanos, entre os quais o ovo era um símbolo do universo — o trabalho do ser supremo. Tingir os ovos pode ser proveniente dos Chineses. Os ovos eram o símbolo sacrificial dos druidas. Roma, mais uma vez fazendo adições à Palavra do Eterno, consagrou o ovo como sendo o símbolo da ressurreição do Messias. O papa Paulo V ensinou os povos a orar a seguinte abominável “oração” na “Páscoa romana”: “Abençoa Senhor, nós te pedimos, a criatura deste ovo, que possa se transformar em sustento completo aos teus servos, que comem em memória do nosso Senhor Jesus Cristo.”

Os antigos babilônios acreditavam que um ovo caiu do céu no rio de Eufrates e os peixes o rolaram à costa onde as pombas o fizeram chocar e de onde saiu "a rainha dos céus", Ishtar. Desta forma, o ovo transformou-se num símbolo de Ishtar, deusa muito adorada pelos antigos, e é usado hoje por cristãos que a chamam ‘ a mãe de Deus’, enganados e iludidos pensam que estão celebrando uma festa santa! Não é à toa que as Escrituras dizem que Satanás se transforma até em anjo de luz quando se trata de tentar enganar as pessoas!

5 – O COELHO

A moda do coelho na Páscoa pode ter sua origem num paganismo antigo originário da região onde hoje fica a Alemanha. Às crianças eram dito que se fossem boas, um coelho branco colocaria dentro de suas casas enquanto elas estivessem dormindo, e em segredo, o maior número de lindos ovos coloridos, em cantos ímpares da casa. Assim, aparentemente teve inicio a inocente "caça aos ovos de Páscoa" das crianças. O coelho, para os antigos, era um símbolo da lua (a ligação entre o sol Venus ou Ishtar), ele que é um animal noturno. A lebre é o único coelho que nasce com seus olhos abertos. A palavra egipcia para lebre é "un", que significa " abrir ". Assim a lebre foi associada com a abertura de uma estação nova, a primavera, em Abril, no equinócio vernal. As lebres e os ovos eram também usados como simbolismo no Egito na abertura de seu ano novo, em que os ovos eram quebrados cerimonialmente.

6 – MISSA DO GALO

Por fim, e os serviços religiosos ao nascer do sol na “Páscoa romana”? Ser condenação divina ? á que Deus aprova? Vejamos o que diz a Bíblia. Quando Israel desejou fazer "serviços ao nascer do sol", o Eterno Deus expressou Sua desaprovação em Ezequiel. 8:15-18:

" Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estas que fazem. ". E levou-me para o átrio interior da casa de DEUS, e eis que estavam à entrada do Templo de DEUS, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo de DEUS, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol...... ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei.”

Lendo isto na Bíblia e sabendo que o deus-sol, Ba’al, ou Tamuz, o " marido-filho " de Semíramis (Ishtar) e o seu culto idólatra estão por trás do princípio da adoração a praticamente todos os deuses pagãos, o seguidor sincero de DEUS não pode tomar nenhuma parte em rituais de “Páscoa” feitos por um mundo que rejeita o Messias/Jesus, pois o Eterno Deus nos proibiu de misturarmos sagrado com profano, e sabemos sem sombra de dúvida da origem pagã desses costumes:

"não tenha comunhão alguma com os trabalhos infrutíferos da escuridão, mas antes reprove-os . " (Ef. 5:11). A Bíblia nos lembra:

"Não seguirás uma multidão para fazeres o mal;" (Êxodo 23:2). E o próprio Jesus disse: "porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação" (Lucas 16:15). Lembremo-nos das palavras de Paulo, de que não devemos misturar o que é pagão às coisas de Deus: "Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre o Messias e Belial/demonio? ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com demônios? Pois nós somos santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo." (2 Coríntios 6:14-16)

E ainda : "E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)

Ed Stevens e James Trimm
www casaisrael.com


Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29) e uma constatação de Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5:7).

Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.

Como Jesus ressuscitou num Domingo, surgiu a prática de os Cristãos se reunirem aos domingos (literalmente, Dia do Senhor), e não aos sábados, como fazem os judeus (sabbath).
Origem dos Símbolos da Páscoa

É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.

Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.

Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.

Ovo de Páscoa

O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.

A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.

Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

A data da Páscoa Cristã

A data da Páscoa foi fixada no primeiro concílio de Nicéia, no ano de 325.

Assim, a Páscoa cristã é comemorada (segundo o costume da Idade Média e da Europa) no primeiro domingo após a primeira Lua cheia da Primavera (no Hemisfério Sul, Outono).: a data ocorre entre os dias 22 de Março e 25 de Abril.

A decisão equalizava todas as correntes cristãs, mas é bem provável que nenhum método de cálculo da data tenha sido explicitamente indicado.

Essa decisão não foi sem discussão. Havia o problema da coincidência da data da Páscoa com as festas pagãs do início da Primavera. As igrejas da Ásia, principalmente, acreditavam que devia ser seguida a data do sacrifício do cordeiro em Pessach (14 de Nissan), que seria a data exata da morte de Cristo.

Cálculo

Como o calendário judeu é baseado na Lua, a Páscoa cristã passa a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes a Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas:

A Páscoa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo o primeiro domingo após a lua cheia seguinte à entrada do equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

As datas móveis que dependem da Páscoa são:

1) Terça-feira de Carnaval - quarenta e sete dias antes da Páscoa
(A Terça-feira gorda (ou Mardi Gras, em francês) é o dia que precede a quarta-feira de cinzas. Por extensão é um sinônimo de Carnaval.

A terça-feira gorda se tornou o dia em que os cristãos se despediam da carne, pois, nos quarenta dias seguintes, tinham de jejuar, fazer penitência e não podiam comer carne. Tudo isso em preparação à Páscoa.)
2) Quaresma - Inicia na quarta-feira de cinzas e termina no domingo de Ramos:
(A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os crentes para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração.
Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na tarde de quinta-feira santa, antes a Missa da Ceia do Senhor, que inicia o Tríduo Pascal. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.
A Quaresma dura 47 dias, embora para o calendário litúrgico os domingos não contem, perfazendo então 40 dias. A duração da Quaresma está baseada no simbolismo do número quarenta na Bíblia que significa provação. Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.)
3) Sexta-feira Santa - a sexta-feira imediatamente anterior:
(A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.)
4) Sábado da Solene Vigília Pascal - o sábado de véspera
(O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do calendário Cristão. Nas Filipinas, uma nação notoriamente católica, este dia se chama de Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.

Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois neste dia, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações litúrgicas deste dia são as que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento, exceto o da Confissão. São permitidas as exéquias, mas sem celebração da missa. A distribuição da comunhão eucarística só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte.)
5) Pentecostes - o oitavo domingo após a Páscoa
(Pentecostes é o símbolo do Cenáculo, onde os Apóstolos se reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo, inspirador de todos os seus trabalhos na Igreja. No Cenáculo, desde a sua fundação, a comunidade cristã aí se reúne, para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o amor em Cristo. Atualmente o 50º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos o dia de Pentecostes.)
6) Corpus Christi ou Corpo de Deus - a quinta-feira imediatamente após o Pentecostes.
(Corpus Christi (latim para Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença de Cristo na Eucaristia.
É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade ou Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório assistir à Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.)
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Palavra de Elias R. Oliveira

Nós, os servos de Deus, fomos alcançados pela Sua misericórdia e libertos da escravidão do pecado. (“Mas damos graças a Deus porque vocês, que antes eram escravos do pecado, agora já obedecem de todo o coração às verdades que estão nos ensinamentos que receberam.” Rm 6:17) Vivemos nesta terra como retirantes estrangeiros, aguardando o momento de partimos em definitivo para a pátria celestial e estarmos eternamente com o Rei dos reis. Nesta jornada em direção aos céus é de suma importância manter-nos isentos das práticas e costumes comuns ao homem natural e firme na obediência à vontade de Deus; superando as muitas lutas, tentações e provações. O Senhor afirma: “... o mundo inteiro está debaixo do poder do diabo.”(1Jo 5.19) O diabo é o imperador deste mundo e dita as regras, os resultados comprova-se na falta de amor e nas barbaridades que os homens cometem entre si; nas loucuras praticadas contra Senhor; e na igreja que aos poucos vai assimilando e cristianizando práticas pagãs, é o inimigo minando as forças, afastando o homem do Senhor.

A Páscoa é uma comemoração muito importante na vida do crente, ela é sinônima de libertação (Ex 12:17, 42; Dt 16.3) entende-se também como início de novos rumos, da nova caminhada em direção a uma vida santa e segundo o coração de Deus. Sua instituição foi ordenada por Deus (Ex 12.1,2 e Jo 2.23), a observação pelos filhos de Deus deve ser contínua (Ex 12.28,50), a exemplo do Senhor Jesus, que junto a seus discípulos a comeu (Mt 26,17-20).

Usurpar-se da glória de Deus é a luta constante do diabo e, para tal, usa dos mais diversos meios. Em relação ao mover libertador de Deus (páscoa), o inimigo apresentou à igreja uma série de costumes e práticas pagãs, que imediatamente foram cristianizadas e incorporadas. Para comemorar a Páscoa, Coelhos e ovos de chocolate! Muitos desconhecem ou desconsideram a simbologia que os sustentam; são várias lendas, todas apontam para o fato de serem instituídos para louvor de determinada divindade; isto é o suficiente para que sejam eliminadas do arraial dos santos. O diabo chegou ao extremo de colocar um coelho (animal listado entre os impuros, lado a lado com os porcos e outros. Ver: Lv 11.6 e Dt 14.7,8), como representação do Senhor Jesus (o cordeiro). E todos concordam! É lamentável ver esta tradição extremamente viva no meio de muitas denominações.

Igreja do Senhor Jesus Cristo é tempo de acordar para a voz do Espírito Santo e permitir a sua ação, limpando o acampamento, destruindo os “deuses do lar” (Is 31.7) e objetos amaldiçoados; para que haja paz no meio do arraial. Fechar as porta para o diabo e suas estratégia é uma ordem do Senhor Deus.

O diabo ao longo dos séculos vem travando uma luta extremamente violenta contra o reino dos céus, faz uso de todas as suas armas para implantar o seu reino, e tem conseguido êxito. Em algumas oportunidades a sua forma de agir é explícita, todos olham e vêem; outras, as estratégias estão camufladas, e apenas os que “têm olhos” (espirituais) podem ver a ação devastadora do maligno. Em relação à páscoa a estratégia é camuflar o mal, desvirtuar o objetivo principal tomando para si a glória do Senhor Deus. Para alcançar este fim usa de meios “inofensivos” e com grande apelo visual e emocional (ovos e coelhos). Somente aqueles que tem os “olhos abertos” conseguem ficar isentos, não se deixam envolver pela artimanha maligna.

Feliz Páscoa do Senhor Jesus!

Elias R. de Oliveira

Fonte: Vivos

fevereiro 15, 2010

O Falar Divino

2dqpkdjO nosso Deus é um Deus que fala. Em Hebreus 1:1-2 lemos: “Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho”. Hoje, no Novo Testamento Deus fala em uma Pessoa: Cristo.

E devemos perceber que esse Cristo primeiramente era individual, e hoje tornou-se coletivo, incluindo os apóstolos e todos os crentes. Portanto, todos os que são parte do Corpo de Cristo podem falar no Espírito Santo, pelo espírito de fé, e com a palavra de Cristo.

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A Origem do Natal

O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury

21379081_4 Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. Ninguém sabe sua origem, seu nome sua história. Proclama aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram num hospício Global. Com uma eloqüência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos. Ao mesmo tempo em que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, arruma muitos inimigos. Será ele um sábio ou um louco?
Este é um romance que nos fará rir, chorar e pensar muito.

 

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fevereiro 11, 2010

O Desafio de Amar

O livro O Desafio de Amar é uma experiência devocional de 40 dias para maridoslv10486g e esposas que desejam entender o amor incondicional independente de como esteja o seu casamento. O livro é apresentado no filme Prova de Fogo.
O Desafio de Amar é ideal para ministérios de casais, para presentar seu amigo casado ou até mesmo para usar como uma ferramenta importante para renovação do seu casamento. Ameaçado ou saudável, O Desafio de Amar é uma estrada que precisa ser seguida. É hora de descobrir os segredos de um casamento cheio de vida e da verdadeira intimidade.
Este livro é citado dentro do filme Prova de Fogo (dos mesmos produtores de Desafiando os Gigantes). O livro não é a trama do filme em si, é apenas um dos recursos usados por um dos personagens do filme - que agora poderá também ser um recurso para você usar em sua vida ou no ministério de casais de sua igreja.
Conforme proposto no filme, o livro O Desafio de Amar é feito em forma de um diário, onde durante 40 dias você encontra um devocional diário e um desafio específico para aquele dia. Todas as leituras incluem as Escrituras, um "desafio" do dia e um espaço para anotação e verificação do progresso. Desafie-se a aceitar o desafio de amar e veja o seu casamento ser transformado para sempre.

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Carnaval

carnaval O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comilança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc. Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. 
Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:

"O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.

"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma. A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857). Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunimos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente suspensos." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:

"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval

"Da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine."

"Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama. Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor."

"O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

O Festival Dionisiano então, não parece ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?
Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio. Pense nisso.
Irlan de Alvarenga Cidade

Fonte:Vivos

 
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